Confira quais são as pimentas mais ardidas do mundo

Pimentas mais ardidas do mundo

Ao contrário do chuchu, famoso por ser insosso, a presença da pimenta em qualquer prato não tem uma vez que ser ignorada. Isso porque ela é responsável pelo sabor picante dos provisões. Entretanto, você conhece as pimentas mais ardidas do Brasil e do mundo?  Venha conosco que iremos apresentá-las!

Presente em pratos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, a pimenta vem ganhando tantos adeptos que a variedade “do Reino” ganhou um dia só pra ela: 29 de março. Internacionalmente publicado uma vez que Pepper Day”, a data foi criada em 2013 pela “Comunidade Internacional da Pimenta” (International Pepper Community – IPC), formada pelos principais países produtores (Brasil, Índia, Indonésia, Malásia, Sri Lanka e Vietnam).

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a proposta do “Dia da Pimenta-do-reino” é promover o consumo interno da especiaria. Outrossim, a teoria é também informar a sociedade sobre a sua preço socioeconômica e os benefícios nutricionais e terapêuticos.


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Por que a pimenta arde?

A responsável pela ardência das pimentas é uma substância chamada capsaicina. Ela fica concentrada na secção branca das pimentas (sítio onde as sementes estão presas). Apesar de ser responsável pelo ardido, a capsaicina não tem sabor nem cheiro. De indumentária, ela atua uma vez que um estimulador. Entretanto, a capsaicina não é o único formado procedente que gera sensação de calor. Na pimenta-do-reino quem faz isso é a piperina e, no gengibre, o gingerol.

 

Porquê foi feito o ranking das pimentas mais ardidas

Para qualificar as pimentas mais ardidas é utilizada a graduação de Scoville. Criada em 1912 pelo farmacêutico Wilbur Scoville, essa graduação ranqueia as pimentas de convénio com a quantidade de chuva com açúcar necessária para diluição de uma porção de pimenta até que ela não arda mais.

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O conta é feito em quantidades de xícaras de chuva utilizada para extinguir a ardência de uma xícara da pimenta. Assim, uma xícara de pimenta malagueta, por exemplo, fica sem calor quando diluída em 60.000 xícaras de chuva. Dessa forma, seu intensidade na graduação é de 60.000. A graduação vai de 0 (pimentas que não contêm capsaicina) até 15 milhões (capsaicina pura).

Embora seja uma pimenta, a variedade “do-reino” não entra na graduação Scoville. Isso porque ela pertence ao gênero Piper e, consequentemente, o responsável pela sua ardência é a Piperina e não a Capsaicina. Já as pimentas do gênero Capsicum pertencem a um grupo de vegetação totalmente diferentes.

 

Saiba o intensidade de pungência das pimentas mais populares do Brasil

No Brasil, a pimenta Malagueta é a mais utilizada em produção de conservas e molhos. Assim uma vez que ela, que pertence ao gênero Capsicum, podemos reportar outras variedades populares por cá, uma vez que a pimenta Biquinho, a Pimenta-de-Cheiro e a pimenta Dedo-de-Moça (que quando desidratada vira a pimenta calabresa). Confira a pungência de cada uma delas.

  • Pimenta Biquinho – 1.000 na graduação Scoville
  • Pimenta Dedo-de-Moça – de 5.000 a 15.000 na graduação Scoville
  • Pimenta-de-Cheiro – De 10.000 a 50.000 na graduação Scoville
  • Pimenta Malagueta – 60.000 na graduação Scoville

A relação do brasílico com a pimenta está cada vez mais íntima. Ainda que o consumo não seja tão grande quanto em outros países, uma vez que México e Índia, no País são produzidas algumas dezenas de variedades dessas pimentas. Outrossim, mesmo com cultivo ainda sendo feito de maneira rústica, é um mercado que movimenta em torno de 80 milhões de reais por ano, incluindo o consumo interno e as exportações.

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Conheça as 5 pimentas mais ardidas do mundo

Seguindo a graduação Scoville, confira quais são as cinco pimentas mais ardidas do mundo. A maioria dessas pimentas foi criada a partir do interceptação entre diferentes variedades, sempre buscando surpreender pela ardência conseguida.

  • 5º lugar: Trinidad Moruga Scorpion – 1,2 milhões na graduação Scoville

Nativa de Trinidad e Tobago, a Moruga Scorpion leva seu nome em homenagem a região onde foi desenvolvida (região de Moruga). Foi considerada a pimenta mais quente do mundo em 2012, pelo Chile Pepper Institute de New Mexico State University. Mas, sua ardência não entrou para o Guinness World Record.

  • 4º lugar: Naga Viper – 1,3 milhões na graduação Scoville

Superando Trinidad Moruga Scorpion na graduação Scoville, a Viper ficou o título uma vez que a pimenta mais quente do mundo do Guinness World Record em 2011. É fruto de pesquisa da empresa Chili Pepper Company de Cumbria, conhecida por tentar se superar no desenvolvimento de pimentas fortes.

  • 3º lugar: Komodo Dragon Chilli Pepper – 1,4 milhões na graduação Scoville

Em terceiro lugar termos a Komodo Dragon Chilli Pepper.  Sua embalagem vem com um aviso: “Não consumir inteira. Não tocar sem luvas”. Seu sabor é frutado.

  • 2º lugar: Scorpion Butch T – 1.46 milhões na graduação Scoville

A Scorpion Butch T foi considerada a pimenta mais ardida do mundo em 2013 e manteve esse título por três anos. Hoje fica em segundo lugar. Nativa dos Estados Unidos e propagada pelas sementes das Fazendas Zydeco, ela foi nomeada por Neil Smith, proprietário da Butch Taylor de Crosby. É muito utilizada na fabricação do famoso spray de pimenta.

  • 1º lugar: Carolina Reaper – 1.64 milhões na graduação Scoville

Em primeiro lugar está a Carolina Reaper. A pimenta mais ardida do mundo tem seu título reconhecido pelo Guinness World Record desde 2017. Foi criada por Ed “Smokin” Currie que dirige  a PuckerButt Pepper Company localizada nos Estados Unidos

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E você? Gosta do ardidinho das pimentas? Quais delas já provou, quais teria coragem de encarar?

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Nascente: Hortifruti, 3 de outubro de 2018

Referências:

  • LIMA, Leilanne Silva Lopes. Estudo Socioeconômico da Pimenta Malagueta na Região Sudoeste da Bahia. UESB. 2012
  • REBOUÇAS, Tiyoko NH; VALVERDE, Renata; TEIXEIRA, Helmo L. Bromatology of fresh and processed chili pepper. Horticultura Brasileira. v. 31, n. 1, p. 163-165, 2013.


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Categoría: brasil

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