Lula comandou o maior roubo da história do país e quer se passar por vítima, diz leitor João Braga – 01/10/2019 – Painel do Leitor

Lula
Lula tem meu pedestal. Permaneça recluso (“Lula desafia Lava Jato e diz que não aceita ‘barganha’ para trespassar da prisão”). Logo virão mais condenações, e depois outras. Tem uma dúzia e meia de petistas que acreditam nas suas mentiras. Comandou o maior roubo da história do país e quer se passar por vítima.
João Braga (Marília, SP)

O Poder Judiciário deve desculpas e indenização ao ex-presidente. Inclusive, entre os ex-presidentes ainda vivos, só Lula e Dilma não estão milionários. E foram os únicos a serem perseguidos de maneira vil. Por que será? Por que Lula ainda continua recluso?
Antonio Catigeró Oliveira (São Paulo, SP)

Janot
Não posso concordar com a inconfidência propalada por Rodrigo Janot. Até posso entendê-lo, depois uma grave desavença pessoal, mas tornar público o que unicamente mentalizou é inadmissível. Porquê não há delito, agora especulam cassar a sua aposentadoria. Isso, sim, é um ato sórdido, criminoso. A Constituição Federalista garante que “a lei não prejudicará o recta adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada” e que “nenhuma pena passará da pessoa do sentenciado”. A aposentadoria é um recta adquirido e a cassação desse recta atingiria uma família toda. Nem FHC, jubilado prematuramente pela ditadura, perdeu esse recta.
Luiz Carlos Guimarães Brondi, legisperito (Araraquara, SP)


Cannabis
“À espera de aval para plantio, mercado da maconha floresce”. No que tange ao uso em crianças, as únicas evidências consistentes de eficiência se restrigem ao canabidiol, e só em síndromes epilépticas raras (Lennox e Dravet). Mesmo assim, sua farmacocinética é complexa e pouco desvendada, os efeitos colaterais a longo prazo não são previstos e sua interação medicamentosa não é clara. A Folha deve ressaltar que testemunhos individuais não são esclarecedores e que, em muitas das condições às quais se propalam benefícios, carece-se de fundamento, impondo-se cautela a quem recorre aos canabinoides.
Paulo Taufi Maluf Júnior, professor livre docente em pediatria pela FMUSP (São Paulo, SP)

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Polícia Federalista
Assinante da Folha há mais de 25 anos, achei inoportuna a manchete de 30/9 (“Sob Moro, PF tem o menor número de operações em 5 anos”). Ora, o importante não é o número de operações, mas a quantidade de objetos ilícitos apreendidos. E isso aumentou muito. Isso sim deveria ser o destaque. Menos ações, porém com mais eficiência, é o caminho para melhorar a produtividade, com a redução de gastos.
Rômulo Gobbi, mandatário jubilado (Santa Bárbara d’Oeste, SP)

A queda das operações da PF sob o comando do atual ministro da Justiça unicamente reforça a tese de que, na Lava Jato, a atuação do juiz foi mais política do que jurídica. E as mensagens e diálogos revelados pelo site The Intercept e pela Folha apontam o mesmo caminho. A desenlace a que se chega é que o ex-juiz Sergio Moro é um falso moralista. E, ao agir segundo “dois pesos e duas medidas”, influenciou decisivamente na última eleição presidencial. O tempo se encarregará de despir o falso herói.
Pedro Valentim (Bauru, SP)


Monstro
Labareda a atenção que 100% dos artigos de opinião e reportagens da Folha sobre monstruosidade tenham viés em prol da descriminalização. Seria interessante um ao menos com o contraditório. Há uns meses, enviei um item sobre a questão do monstruosidade e da zika tratada no STF e ele foi ignorado. Fica a dica. Ouçam o outro lado. Não é tão difícil encontrar argumentos para tutelar a vida de mães e bebês.
Raphael Câmara Medeiros Parente, médico ginecologista e obstetra, palestrante na ADPF 442 no STF (Rio de Janeiro, RJ)

Crise profunda
Se o Brasil vive uma crise profunda, uma vez que diz João Pedro Stedile (“Uma crise grave e sem saída à vista”, Tendências/Debates), a culpa não é do atual governo, que hoje completa nove meses. O país foi governado pela esquerda durante 16 anos, a economia foi deixada em frangalhos e milhões de brasileiros ficaram desempregados. O Brasil precisa se modernizar, com reformas estruturantes, e o Estado deve cuidar do estritamente necessário. Se pusermos verba em empresas públicas deficitárias, não sobrará para a saúde, a instrução e a segurança pública.
Claudir José Mandelli (Tupã, SP)

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Varão
Há um ditado que diz: “Bateu, doeu? Leva para moradia que é seu!”. Digo ao senhor José Cretella Neto (Painel do Leitor) que o varão soturno tratado no item “O silêncio dos homens” (Tendências/Debates, 27/9) é justamente alguém uma vez que ele, que se ofendeu unicamente porque o teor o atingiu. Isso não costuma sobrevir com quem é muito resolvido. O senhor José Cretella deveria pensar no peso que carrega tendo que ser “Varão com H”, quando poderia simplesmente ser varão ou pessoa. Tenho 62 anos e faço terapia até hoje. Recomendo. 
Maria Cecília de Arruda Navarro (Bauru, SP)


31 anos
Exatos 31 anos depois, desarrimo o bom e velho papel da Folha. De mudança para outro país, não poderei mais receber o jornal impresso. Nesses anos todos, com esse grande companheiro nos meus cafés da manhã, acompanhei as mudanças no layout, no Manual da Redação, de cartunistas e, principalmente, de colunistas. Quando ouço sobre a “tendência” da Folha, logo imagino que tal observação só pode vir de alguém que não lê o jornal com assiduidade. Lógico que já discordei de determinadas reportagens e artigos do jornal. Houve, e sempre haverá, mudanças sociais, políticas e comportamentais. Cabe à Folha manter-se isenta, dentro da premissa de mostrar a verdade, no interesse da evolução da sociedade e das minorias sem voz
Jorge Eduardo Gonçales (Praia Grande, SP)

Jureia
Porquê ex-gestor da Estação Ecológica Jureia-Itatins e experiente da região, reforço os argumentos dos articulistas sobre a Jureia expostos no item “Jureia: um patrimônio ameaçado” (Tendências/Debates, 29/9). Estamos diante de uma ameaço à região do rio Verdejante, uma importante espaço preservada da mata atlântica na qual não havia registro de população à era da geração da estação ecológica. Permitir a ocupação nessa espaço significa colocar em risco sua preservação e sua biodiversidade, ameaçando assim um importante patrimônio e seu legado às futuras gerações.
Ítalo Mazzarella (São Paulo, SP)

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Categoría: brasil

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