Melhor investimento: onde investir em 2021

Qual é, enfim, o melhor investimento para 2021? Todos os investidores, independentemente do patamar de conhecimento sobre o tema, querem saber qual é a esfera da vez no mercado financeiro.

Os cenários mudam, mas a pergunta não. E agora, com o início do ciclo de subida da Selic, essa é a resposta que os investidores buscam.

Tudo isso em meio aos desafios causados e desencadeados pela pandemia da Covid-19, que ainda trazem um cenário nebuloso no limitado e médio prazos.

O que você verá neste item:

Retrospectiva econômica

Antes de seguirmos, porém, é importante entendermos o que acontece no país e no mundo.

Até meados de março de 2020, a expectativa era de uma expansão de 2,2% a 2,5% do Resultado Interno Bruto (PIB) brasiliano, embalada por uma agenda positiva de reformas – sobretudo em seguida a da Previdência, que cortou mais de R$ 850 bilhões em despesas nesta dez.

Ao mesmo tempo, a taxa básica de juros, a Selic, vinha em uma redução gradativa e jacente, que estimulava a “roda da economia a remoinhar”, impulsionando o consumo das famílias e viabilizando o crédito a juros baixos.

Para a inflação, esperava-se que os preços se mantivessem dentro da meta – de 4% – estabelecida pelo Banco Medial e o dólar na filete dos R$ 4,00.

Lockdown

Com o aumento dos casos da Covid-19 no final do primeiro trimestre de 2020, um inédito bloqueio (lockdown) global foi estabelecido, paralisando a circulação de pessoas, do negócio, da produção e dos serviços.

Uma vez que consequência, os preços dos ativos sofreram – e muito – o revérbero dessa novidade veras de pandemia.

Na renda variável, por exemplo, a volatilidade foi tanta, que, em seguida tocar os 119.527 pontos (em 23 em janeiro de 2020), o Ibovespa desabou para 63.569, na mínima, em 23 de março daquele ano, mas fechou aos 119.017 pontos – com valorização acumulada, em 2020, de 3%.

Até a última semana de abril deste ano, a bolsa se mantém na filete dos 120 milénio pontos, em seguida o País ter pretérito por um novo lockdown, quando o Ibovespa tocou os 110 milénio pontos no início de março.

Estímulos

Cabe ressaltar que, para amenizar os efeitos da pandemia – ainda em 2020 –, o mercado financeiro foi inundado por uma injeção inédita de recursos, entre abril e julho, de forma coordenada, entre os principais bancos centrais.

Estudo do Bank of America (BofA) apontou que a injeção de recursos, em 2020, somou US$ 23 trilhões, dos quais US$ 15,2 trilhões vieram de política fiscal e US$ 9,32 trilhões de política monetária.

No Brasil, o Banco Medial implementou medidas de liquidez de R$ 1,218 trilhão, valor mais de dez vezes supra do envolvido na crise mundial desencadeada em 2008, pela quebra do banco Lehman Brothers, de R$ 117 bilhões.

Juros e dólar

Essa expansão monetária foi acompanhada de uma derrubada global dos juros. Nos EUA, os juros foram reduzidos pelo Federalista Reserve (Fed) a praticamente zero.

Por cá, uma inédita Taxa Selic de 2% ao ano vigorou entre 6/8/2020 a 17/03/2021.

Mas, a partir de março de 2021, um ciclo de subida dos juros começou, elevando em 0,75 ponto porcentual, a 2,75% ao ano.

Em maio, a previsão majoritária do mercado e sinalizada pelo Banco Medial era de um novo aumento.

Por outro lado, o dólar disparou quase 30% frente ao real, fechando 2020 na filete dos R$ 5,18. A subida refletiu o risco fiscal do governo, ocasionado pelo aumento do endividamento com medidas uma vez que o auxílio emergencial.

Neste ano, a questão fiscal seguiu preocupando os investidores, assim uma vez que a Covid, o que levou o dólar, na primeira quinzena de abril, a variar sua cotação entre R$ 5,70 e R$ 5,45.

Inflação

Mesmo com os juros em tendência de subida, todavia, a Selic seguirá em patamares relativamente baixos – oferecido o histórico pretérito da taxa – e estimulando a economia.

Assim, o mercado acompanha com a atenção a tendência de elevação da inflação, com

Cabe ressaltar que os juros são um instrumento de política monetária usado para controlar a inflação, assim uma vez que incentivar a economia.

Conforme o Focus de 16 de abril, estas eram as previsões macroeconômicas para o final de 2021 e 2022:

  • Selic (2021): 5,25%
  • Selic (2022): 6,00%
  • Dólar (2021): R$ 5,40
  • Dólar (2022): R$ 5,26
  • IPCA (2021): 4,92%
  • IPCA (2022): 3,60%
investimento ações

Melhores investimentos 2021

Perfil do investidor

Posteriormente entender o contexto econômico em que vivemos, há mais um passo importante a se observar antes de se investir.

Uma vez que a melhor emprego muda de pessoa a pessoa, de entendimento com o perfil e o objetivo de cada um, vamos apresentar algumas das principais características que diferenciam os investidores.

Isso é importante pois existem alocações (ramificação entre tipos diferentes de investimentos) mais apropriadas – mas não engessadas – para cada um.

Basicamente, os perfis são divididos pelo intensidade de tolerância ao risco que se topa decorrer na emprego – que pode ser até integral ou parcial, dependendo do arrojo do resultado.

Compra e venda de ações é um dos exemplos mais conhecidos – já que podem ser lucrativas ou levar a perdas significativas.

Outros, entre os mais arriscados, são os mercados futuros e de opções.

Ou seja, quanto maior for a disposição ao risco, maior poderá ser a rentabilidade – e vice-versa.

No mais, é preciso considerar ainda a liquidez do investimento, caso haja urgência de retirada do aporte, seja para um tanto específico, uma vez que em um rebalanceamento de carteira, ou em momentos de estresse do mercado.

Liquidez, rentabilidade e risco

Para entender melhor a reciprocidade, vamos enxergar liquidez, rentabilidade e risco uma vez que um tripé, que todo investidor – independentemente se é iniciante ou avançado – deve levar em conta na hora de escolher um ativo.

Vamos a eles:

Liquidez

É a velocidade com que a pessoa poderá ter aquele verba que estava investido de volta para as suas mãos.

Ou seja, em um investimento com liquidez diária, por exemplo, o verba volta ao investidor no mesmo dia (D+0).

Em um investimento que tenha liquidez D+1, o investimento pode ser resgatado em 1 dia útil. Em D+30, em 30 dias úteis.

Quanto maior o risco e a rentabilidade, mais longos são os prazos de resgate.

Rentabilidade

É o intensidade de sucesso de um determinado investimento. Em outras palavras, é o percentual que um ativo vai render supra de uma emprego feita.

A rentabilidade pode ser atrelada a qualquer indicador (renda fixa) ou ser variável (renda variável).

O Tesouro Direto Selic, por exemplo, rende o mesmo percentual da taxa Selic (no início de 2021 em 2% a.a).

Risco

Qualquer emprego financeira tem um intensidade de risco, que varia das menos arriscadas até as de basta intensidade de risco.

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O investidor precisa estudar, averiguar e entender muito todos os fatores que envolvem a compra de um ativo.

Entre eles, estão saber exatamente para quem está emprestando verba, quais as taxas envolvidas, as probabilidades de perdas, os riscos do mercado, do setor, legais e regulatórios.

Tipos de investidor

Sabendo que liquidez, rentabilidade e risco são conceitos, muitas vezes, inversamente proporcionais entre si, entenderemos que é necessário perfurar mão de um para lucrar em outro.

Sabendo de tudo isso, já é verosímil instituir se o investidor é conservador, moderado ou invasivo/arrojado.

Assim, se define, sobretudo, a parcela de renda fixa e de renda variável a se ter na carteira.

A priori um investidor de perfil conservador não deve expor o capital ao risco e, portanto, as ações não deveriam fazer segmento do portfólio. 

É compreensível, porém, que estes conservadores também busquem se aventurar em investimentos dessa modalidade por conta de retornos mais atrativos.

Isso ocorre, principalmente, em momentos em que a renda fixa tradicional está com rentabilidade bastante limitada por conta da Selic em baixa. 

Até 2017, por exemplo, era verosímil lucrar dois dígitos de rentabilidade anual na segurança da renda fixa – o que não existe mais, nem se espera que aconteça, novamente, tão cedo.

Assim, é verosímil imaginar que liquidez, rentabilidade e risco são conceitos que, muitas vezes, são inversamente proporcionais. Portanto, é necessário perfurar mão de um para lucrar em outro.

Quer saber mais? Faça o nosso teste de perfil, clicando neste link!

Vamos saber agora, com mais detalhes, as características de cada perfil de investidores. 

Conservador

  • Prefere não decorrer riscos; 
  • Tem planos definidos para o uso dos recursos;
  • Procura remuneração considerável e mais segura, sem investir em ativos que oscilem e que possam gerar perdas; 
  • Geralmente, aloca quase a totalidade dos investimentos em renda fixa, em produtos de inferior risco.

Moderado

  • Meio-termo entre os conservadores e os agressivos/arrojados; 
  • Gosta de segurança, mas tem maior tolerância aos riscos;
  • Procura carteira mais balanceada, entre renda fixa e renda variável;
  • Divide as aplicações entre as com liquidez e as com possibilidade de rentabilidade mais elevada;
  • Mesmo concentrando maior dos aportes em aplicações conservadoras, admite perdas até visível patamar, visando perceber qualquer retorno mais proeminente no médio e no longo prazos.

Ofensivo/Arrojado

  • Procura possibilidade de retornos mais elevados e aceita seus riscos;
  • Geralmente é experiente, entende o funcionamento do mercado, os diferentes produtos de investimentos disponíveis, assim uma vez que os seus riscos, rentabilidades e expectativas; 
  • O investidor invasivo/arrojado quer obter lucros supra da média do mercado, e investe mais na renda variável para atingir oriente objetivo.

Quanto investir em cada selecção?

Chegando a oriente ponto do item, você deve se perguntar: quanto devo utilizar em cada modalidade de investimento?

A resposta depende do seu perfil e objetivo.

Uma vez que já citamos, o teste de perfil é o primeiro passo para que você possa tomar decisões mais assertivas e convergentes com seus objetivos.

Mas, uma vez que referência universal, pode-se adotar uma vez que sugestão as carteiras aquém para cada perfil de investidor.

Conservadora Alocação
Renda Fixa 90%
Multimercado 10%
Moderada Alocação
Renda Fixa 45%
Renda Variável 25%
Multimercado 20%
Exterior 10%
Sofisticada Alocação
Renda Variável 45%
Renda Fixa 25%
Multimercado 20%
Exterior 10%

Assessor de investimentos

Uma vez que tais carteiras supra atendem a uma finalidade genérica de proteção de capital e ganhos supra da inflação, a ajuda de um assessor de investimentos é importante.

Dessa forma, ele poderá elaborar uma carteira que atenda a objetivos específicos, uma vez que tempo para emprego ou valores a serem aportados, com base no seu momento de vida.

Saiba mais neste item aquém:

Suplente de Emergência

Antes de avançarmos, nas estratégias, importante falarmos sobre o primeiro passo que todo pessoa, que deixou de ser gastadora e tornou-se poupadora, deve fazer: montar uma suplente de emergência.

Suplente de emergência é aquele montante em verba que só pode ser aplicado em investimentos que não contenham riscos e que possuam subida liquidez.

Ou seja, aplicações que possam ser resgatadas imediatamente. 

Isto porque a suplente de emergência é o recurso que o investidor precisa ter disponível para usar a qualquer momento, diante de imprevistos. 

O montante necessário à suplente de emergência deve ser o equivalente a pelo menos seis meses do valor mensal necessário para remunerar as contas essenciais do investidor.

Alternativas e estratégias de suplente

Primeiramente, a suplente de emergência não trará altos rendimentos, é traje, mas ela pode ter uma performance melhor, dependendo de onde for alocada.

Dentre as opções de renda fixa existem essas:

  • Quando o empréstimo é feito ao governo, trata-se de títulos públicos (Tesouro Direto).
  • Quando o empréstimo é para bancos, se labareda Certificados de Depósitos Bancários, os chamados CDBs; as Letras de Crédito Imobiliário, LCI; as Letras de Câmbio, LC; e as Letras de Crédito do Agronegócio, LCA. 
  • E quando o empréstimo é para empresas, são as debêntures. 

O investidor pode utilizar diretamente nestes ativos ou por meio de fundos multimercado que contenham estas classes de ativos. 

Uma vez que o próprio nome diz, a rentabilidade destes investimentos será fixa, ou seja, a remuneração da emprego fica definida no momento do investimento.

Renda fixa: entenda se é melhor investir em poupança, CDB ou LCI?

Sempre lembrada uma vez que opção de suplente de emergência, a poupança teve rentabilidade negativa de 4,16% nos últimos doze meses encerrados em março de 2021.

Fique vigilante a algumas opções à poupança:

 

  • Ativos indexados ao IPCA, 

 

Melhor investimento 2021

Uma vez que o melhor investimento vai mudar de entendimento com o perfil e o objetivo de cada investidor, fizemos uma lista com opões de aplicações que podem inventar um portfólio de sucesso.

1. Investimento em ações

Inicialmente, vamos falar de ações, que, com a Selic em sua mínima histórica, têm despertado interesse mesmo entre os investidores mais conservadores.

Entretanto, para continuar tranquilo com o seu patrimônio, há pontos importantes de atenção, falando de mercado acionário.

Veja 5 dicas para inaugurar a investir em ações:

  • Tenha sua suplente de emergência composta;
  • Lembre que ações são aplicações de longo prazo;
  • Tenha uma carteira diversificada;
  • Busque conhecimento técnico; e
  • Mantenha-se informado sobre o mercado de ações.

Uma vez que vemos a compra e a venda de ações é o perfeito exemplo de estudo que deve ser vista sob o tripé risco, retorno e líquidez.

Ou seja, quem investe em ações deve pensar no longo prazo, sob pena de perder rendimentos e, às vezes, até o valor aplicado.

Ao mesmo tempo, pode embolsar ganhos conforme sua estratégia.

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Saiba agora quais são as três principais estratégias em renda variável.

Day Trade

Operações rápidas, realizadas no mesmo dia e com possibilidade de bons ganhos.

Esse é o clássico Day Trade, que opera de olho nos gráficos da bolsa e nas tendências de mercado para diferentes ativos.

Entretanto, é uma estratégia que depende de mais estudo, habilidade e tempo de mercado.

Dessa forma, a rentabilidade é proporcional ao risco. Ou seja, quanto mais você se expuser, mais as chances de proveito (e também de perda).

Buy and Hold

Já na estratégia Buy and Hold o investidor “segura” por um longo período os seus ativos. Por isso, é uma estratégia muito usada para quem pensa em investidor com foco na aposentadoria.

Desta forma, os ganhos vêm de duas maneiras:

  • Dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) e
  • Valorização das ações ao longo do tempo.

Grandes investidores no exterior, uma vez que Warren Buffett, vivem desta forma de investimento. Por cá, um exemplo muito sabido é o de Luiz Barsi.

Neste caso, não é a estudo gráfica que conta, mas a estudo fundamentalista.

Swing Trade

Uma vez que um método intermediário entre o Day Trade e o Buy and Hold temos o Swing Trade.

Cá, o investidor não vende todos os seus ativos em um só dia, mas também não fica com ele em carteira por anos e anos.

Geralmente, se estabelece um valor mínimo de subida e um equivalente de queda, e as ações podem ser compradas e vendidas em dias ou semanas.

Assim, aproveita-se de uma determinada valorização, encerrando a posição. Da mesma forma, estabelece-se um limite de queda, antes de vender a ação.

Isso é importante para evitar grandes perdas nas desvalorizações e a empolgação com grandes altas.

2. Fundos de Ações

Para quem se interessa pelo mercado de ações, mas não consegue o tempo necessário para escoltar, se individualizar e fazer a gestão dos ativos, uma opção pode ser os fundos de ações, que aplicam o capital dos cotistas em ações disponíveis no mercado.

Cabe ressaltar que um fundo de investimento é uma modalidade coletiva de emprego em que um gestor administra o capital dos cotistas e ofídio uma taxa de governo.

Assim, quem investe uma vez que o foco no longo prazo pode aproveitar conjunturas uma vez que esta, em que a economia ainda não se recuperou da pandemia, para montar posição em fundos de ações – visando o momento de recuperação do PIB.

Os gestores fazem as escolhas dos ativos a serem comprados ou vendidos, de entendimento com o estabelecido previamente pelo fundo, trazendo lucro por meio da valorização ou a distribuição de dividendos das ações.

Porém, estes fundos são indicados para investidores com perfil moderado ou invasivo, pois existe o risco de grandes oscilações do seu capital.

Enfim, momentos de estresse de mercado são imprevisíveis e normais. Use oriente tipo de investimento com moderação e sabendo da relação risco/retorno dele.

Veja o desempenho de alguns fundos de ações em 12 meses:

Emprego Mínima Taxa Adm. a.a. Prestação Resg. Rentabilidade (12M)
Equitas Selection FIA R$ 5.000,00 2,00% D+32 +39,56%
Alaska Black BDR Nivel 1 FIA R$ 5.000,00 1,85% D+32 +42,68%
Opportunity Selection FIA R$ 5.000,00 2,00% D+3 +37,20%
Real Investor BDR Nivel I FIA R$ 5.000,00 2,00% D+29 +43,73%
Legg Mason Clearbridge Growth FIA R$ 5.000,00 1,00% D+5 +45,16%

Atualizado em 23 de abril

3. Fundos Multimercados

Uma vez que o nome sugere, os fundos multimercados podem utilizar em diversos produtos financeiros, seja no Brasil ou no exterior, tais uma vez que renda fixa, DI, créditoações, juros moedas. 

Ou seja, são aplicações diversificadas e com bastante liberdade, estabelecidas, assim uma vez que no caso dos fundos de ações, pelas estratégias de um gestor.

Ao longo dos anos, os fundos vêm se desenvolvendo e se especializaram em alguns nichos, podendo ser selecção de conservadores até os mais arrojados, e com estratégias diferentes.

Veja os tipos de fundos multimercados, conforme classificação da Anbima:

  • Dinâmico;
  • Estratégia Específica;
  • Investimento no Exterior;
  • Juros e Moeda;
  • Long and Short Direcional;
  • Long and Short Neutro;
  • Livres;
  • Macro e
  • Trading.

Veja o desempenho de alguns fundos multimercados em 12 meses.

Fundo Multimercado Emprego Mínima Taxa Adm. a.a. Prestação Resg. Rentabilidade (12M)
Forpus Multiestrategia FIM R$ 1.000,00 1,75% D+16 +13,9%
Versa Fit Long Biased FIM R$ 500,00 2,00% D+10 +35,8%
Vinland Long Biased FIM R$ 1.000,00 0,95% D+32 +30,97%
Ibiuna Hedge STH FIC FIM R$ 5.000,00 1,96% D+31 +19,82%
Vista Multiestratégia FIM R$ 5.000,00 2,00% D+16 +29,84%

Atualizado em 23 de abril

4. Fundos Imobiliários (FIIs)

Em tempos de Selic baixa, os Fundos Imobiliários ganharam ainda mais relevância no mercado brasiliano. Isso porque, em sua maioria, são compostos de ativos reais e bons pagadores de dividendos.

No entanto, é preciso saber filtrar oportunidades para que se possa encontrar boas oportunidades.

Apesar da valorização recente, existem alguns fundos com valor patrimonial aquém do valor de mercado. São esses que o investidor deve concentrar esforços na alocação. Ou seja, atente-se a fundos que estejam cotados aquém do preço dos ativos presentes neles.

Uma vez que lucrar investindo em FII?

Existem duas formas de lucrar com investimentos com os FIIs, uma por meio da valorização da prestação pelo efeito oferta versus demanda e a outra por dividendos mensais obrigatórios derivados dos aluguéis.

O lucro, ou o proveito de capital, sobre a valorização da prestação, tem a incidência de imposto de renda (20%), enquanto os dividendos são isentos de impostos por força da legislação vigente.

Os fundos de investimentos imobiliários são obrigados por lei a repartir rendimentos mensais aos cotistas – por isso são uma boa selecção de renda recorrente para investidores. Outrossim, possuem uma garantia real.

Aí está, por exemplo, uma das vantagem em relação aos investimentos em imóveis físicos: os rendimentos de aluguéis de FII são isentos de Imposto de Renda – dissemelhante dos imóveis, cuja renda dos aluguéis precisa ser declarada ao Leão.

Os FIIs oferecem ainda menor risco de liquidez. Ou seja, têm mais facilidade de encontrar comprador na hora de vender. Isso acontece porque os FIIs são negociados no envolvente de bolsa de valores e possuem muita liquidez.

Existem fundos de investimentos imobiliários de Papel e de Tijolos.

Papel

Os de Papel compram CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Eles zero mais são do que dívidas lastreadas em imóveis.

Tijolo

Os chamados fundos de Tijolo, uma vez que o nome sugere, compram imóveis físicos, podendo ser somente um ou múltiplos imóveis.

Se seu objetivo é ter renda uma vez que faz com um imóvel alugado, você deve prestar atenção aos FIIs, já que os mesmos tem entregado aluguéis na ordem de 7% a 8% ao ano, isentos de imposto de renda, um tanto muito supra do que um imóvel é capaz de gerar tradicionalmente.

Veja aquém alguns exemplos de FIIs, de diversas modalidades, a remuneração mensal dos cotistas (Dividend Yield).

Fundos Imobiliários

Fundo Imobiliário Preço P/VPA Yield (12M)
KNRI11 R$ 150,30 0,97 5,27%
VISC11 R$ 107,74 0,90 3,64%
XPLG11 R$ 115,18 1,04 5,99%
MXRF11 R$ 10,99 1,05 8,03%
MALL11 R$ 106,95 0,93 4,61%

Atualizado em 23 de abril

  • P/VP: Entenda o que é uma vez que usar o indicador de Preço sobre Valor Patrimonial

5. Investimento no exterior

Investimentos no exterior costumavam ser vistos pelos brasileiros uma vez que uma selecção voltada exclusivamente para milionários ou especialistas do mercado. Mas, esta veras está mudando.

Com a crise econômica e a redução da Selic, as alocações no exterior são uma novidade tendência, até mesmo para os investidores iniciantes.

Isso porque investir no exterior traz várias vantagens. A primeira é a correta diversificação de seus investimentos. O dólar será sempre a moeda possante e o real estará sempre suscetível a desvalorizações.

Dessa forma, investir em dólar será sempre uma forma de proteção.

Outrossim, com alocações no exterior, você passa a variar também geograficamente, garantindo proteção de mercados menos voláteis do que o brasiliano.

BDR’s

Recentemente todos os investidores brasileiros passaram a ter entrada aos chamados BDR’s, ativos que representam ações de empresas estrangeiras, porém são emitidos no Brasil.

Quem adquire um BDR está, indiretamente, participando de uma empresa no exterior, tendo recta aos dividendos distribuídos pela companhia lá fora.

Uma coisa deve permanecer clara para o investidor: BDR’s não são investimentos no exterior.

Somente acompanham a variação das ações das empresas lá fora. Se a companhia tiver lucro, o investidor brasiliano se beneficiará disso através da distribuição de dividendos. Se os papéis se desvalorizarem, esse revérbero também será sentido por quem os adquiriu no Brasil.

Dessa forma, há duas razões para o investidor buscar ativos estrangeiros: diversificação ou proteção cambial.

6. CDB Prefixados e IPCA+

Esse tipo de investimento sempre estará presente em uma carteira de sucesso, já que atende a todos os tipos de perfis: Conservadores, Moderados ou Agressivos.

Empregar em um CDB (Certificado de Repositório Bancário) consiste em emprestar verba para um banco. Existem sempre três alternativas de rentabilidade: Prefixado, Pós Fixado ou ou mistos – exemplo: IPCA+.

As aplicações pós fixadas acompanham um indexador. E, no caso dos CDBs, o indexador é o CDI, que, por sua vez, segue a Selic. Ambas sem perspectiva de elevação no limitado prazo.

Portanto, é mais interessante você buscar as emissões bancárias de Renda Fixa Prefixadas (cuja taxa é conhecida desde o início da emprego) ou aquelas atreladas à variação da Inflação (IPCA+), que são as melhores opções para o longo prazo.

Cá algumas taxas indicativas que podem ser encontradas no mercado pela plataforma do BTG Pactual:

Título Tipo Vencimento Taxa de Rendimento (% a.a.) Valor Mínimo
CDB Prefixado 5 anos 10,00% a.a. R$ 10.000,00
CDB Prefixado 4 anos 9,70% a.a. R$ 10.000,00
CDB Prefixado 3 anos 9,25% a.a. R$ 10.000,00
CDB IPCA+ 5 anos IPCA + 4,68 % a.a. R$ 1.000,00
CDB IPCA+ 4 anos IPCA + 4,35% a.a. R$ 1.000,00
CDB IPCA+ 3 anos IPCA + 4,10% a.a. R$ 1.000,00

7. Debêntures

As debêntures são títulos de renda fixa com nome complicado, mas o concepção é simples. Hoje você vai entender uma vez que funcionam, quanto rendem, uma vez que são amortizadas e uma vez que você deve escolher as suas debêntures.

Para inaugurar, um breve resumo: é relativamente fácil explicar o que são os investimentos em debêntures. Podemos expressar que elas são um empréstimo que você faz para uma empresa não-financeira, uma vez que por exemplo a Vale (antiga Vale do Rio Gulosice). Eles funcionam uma vez que um CDB, que já estudamos neste item.

Um CDB zero mais é do que um empréstimo feito a um banco pelo investidor, com uma promessa de juros sobre o mesmo. A debênture também é um empréstimo, mas para uma empresa não-financeira. Ou seja, que não é um banco.

8. Poupança

Apesar da poupança remunerar um pouco mais por conta da subida do juros, existem produtos no mercado que pagam prêmio de 100% da Selic, o que já é superior aos 70% da Selic pagos pela poupança.

Também há aplicações que pagam a Selic mais um prêmio, por exemplo.

Mesmo com essas outras opções, segue um investimento muito utilizado pelo brasiliano, que conta com o favor da líquidez, isenção de taxas e de pagamento de Imposto de Renda.

A tradicional emprego dos brasileiros, a partir de março, passou a render 1,925% ao ano, ou 0,16% ao mês (sem considerar a inflação).

Com uma previsão de inflação de 4,92% do Boletim Focus (abril de 2021), isso levaria a poupança a um rendimento negativo de aproximadamente 3%.

9. Fundos DI

Na mesma risca seguem todas aquelas aplicações que não conseguem desancar o CDI, sendo ainda piores as que cobram taxas muito supra da média de mercado.

No entanto, se você precisa de liquidez imediata, logo um fundo DI pode fazer sentido. Caso contrário, também é um tipo de fundo para você olvidar.

10. Tesouro Direto

Num pretérito recente, o Tesouro Direto já esteve entre os melhores investimentos do mercado, mas agora não está  tão interessante.

Porém, ainda pode possuir oportunidades nos títulos Pré e IPCA+, que são impactados pela orifício da curva de renda horizonte (aumento das expectativas para o DI no horizonte), que normalmente se dão por notícias ou previsões que impactam positiva ou negativamente os ânimos do mercado, e levam os preços de títulos no mercado a corrigirem sensivelmente.

Sendo assim, em momentos de crise podem surgir entradas de compra nestes papéis, principalmente aqueles com vencimento mais longo.

Reforçando: conte sempre com um assessor

As crises sempre existiram e vão continuar existindo. Diante dessa certeza, o importante é estar pronto para quando elas vierem.

Racontar com ajuda de um profissional pode ser decisivo no mundo dos investimentos. Fale com um assessor de investimentos. As alternativas estão aí, mesmo em momentos de crise.

  • Dúvidas sobre uma vez que investir? Tenha um Assessor de Investimento especializado em planejamento financeiro e gestão de patrimônio. Conheça a EQI.
  • Conheça os benefícios de narrar com um assessor de investimentos.

(Com Carla Roble e Felipe Moreira)

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Categoría: brasil

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