o que é, características, resumo e mais!

Comunismo, capitalismo e socialismo são termos que estiveram presentes em todo o século XX e continuam sendo tema de muita conversa e discussão. O problema é que, na maioria das vezes, esses conceitos são utilizados de forma imprecisa.

Pensando nisso, trouxemos para você levante item, com tudo o que você precisa para entender o comunismo. Continue lendo e descubra mais!

O que é comunismo?

O comunismo é uma ideologia política e socioeconômica que tem uma vez que objetivo promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, na qual não existam classes sociais e que seja baseada nos meios de produção uma vez que propriedade de todos os indivíduos. A teoria médio é formar uma sociedade apátrida, ou seja, sem estar sob a regência de um Estado.

De perceptível ponto de vista, o comunismo é considerado a antítese do capitalismo, por considerar que o noção de propriedade privada do capital é reprovável, servindo a uma minoria. Dessa forma, enquanto o capitalismo valoriza a propriedade privada individual, o comunismo considera que toda a sociedade é proprietária dos meios de produção.

Características do comunismo

Considerando um ponto de vista histórico, o comunismo é considerado uma vez que o vértice da evolução humana, no qual a sociedade se organizaria de modo a suprimir desigualdades. Essas desigualdades seriam as responsáveis pelos problemas sociais, uma vez que a violência e a miséria.

O termo “comunismo” tem uma vez que origem a termo latina communis, que significa “geral”, em junção ao sufixo helênico ismo, que é responsável por escolher sistemas de ideias e crenças.

De modo universal, o comunismo pode ser considerado uma vez que a lanço final da implantação e evolução de um sistema socialista. Teoriza-se que ele seria posto no momento em que o Estado sofresse sua extinção. Dessa forma, emergiria uma sociedade na qual todas as riquezas seriam divididas de forma igualitária entre todos os que contribuíram, de alguma maneira, com sua força de trabalho.

Nesse sentido, o primeiro momento do comunismo se daria, a princípio, pela chegada do socialismo, no qual a propriedade privada seria estatizada e a máquina estatal seria gerida por um partido político de viés socialista.

Em um segundo momento, o Estado seria anulado e todo o poder seria nomeado ao povo, culminando no comunismo de indumento. Não restariam mais governos, países ou divisões territoriais e, principalmente, acabariam as desigualdades de classes sociais. Isto, entretanto, nunca aconteceu.

No campo teórico, portanto, o comunismo teria uma vez que particularidade principal uma sociedade na qual os meios de produção, uma vez que fábricas, fazendas, minas e outros, seriam públicos, mas sem pertencer ao Estado, pois não haveria Estado.

Assim, o comunismo é uma ideologia que tem uma vez que principal objetivo restabelecer o que se conhece uma vez que “estado originário”, em uma sociedade sem classes sociais. O modo de produção dessa sociedade estaria liberto da loucura do trabalho, favorecendo a todos também.

Nesse sentido, outra importante particularidade do comunismo é a luta de classes, uma vez que, para atingir o ideal de uma sociedade igualitária, seria necessário desafiar as elites dominantes. Assim, em uma sociedade comunista, o trabalho não teria um paisagem negativo de mercadoria, uma vez que acontece no capitalismo, e as pessoas trabalhariam livremente, com prazer.

Comunismo: resumo

Ao contrário do que muita gente pensa, a origem do comunismo não veio do Marxismo, de Karl Marx. Na verdade, ele remonta aos tempos da Antiguidade, nos quais as sociedades tribais viviam em comunismo, e da Idade Média, sob as ideias do Comunismo Cristão (também publicado uma vez que comunismo-religioso ou Anarcocomunismo).

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Os primeiros pensamentos mais claros a buscar a definição do comunismo foram originados de Platão, no texto A República. Nele, descreve um Estado no qual bens, esposas e filhos seriam compartilhados por todas as pessoas. Seria, portanto, um governo sem a teoria de propriedade privada ou mesmo de constituição familiar. A união sexual seria temporária e a geração dos filhos estaria sob a tutela estatal.

Muitos séculos depois, o comunismo viria a florescer com a Igreja Primitiva, no livro Atos dos Apóstolos, da Bíblia. Tempos depois, na Idade Média, as desigualdades criticadas e a resguardo da queda da nobreza pelas mãos dos revoltosos camponeses comporiam a teoria de comunismo da idade.

Já no século XVI, assistindo à subida da mediocracia mercantil, algumas outras críticas passariam pela relação dos valores medievais. A obra Utopia, de Thomas Morus (filósofo britânico que viveu entre 1478 e 1535), retrata muito esse cenário.

Na América do Setentrião dos séculos XVII e XVIII, algumas seitas puritanas implantaram, também, modelos comunistas de sociedade, em uma graduação mais reduzida. No mesmo século XVIII, com o Iluminismo e as críticas à propriedade privada, a teoria comunista ganha corpo, principalmente por meio dos pensadores mais influentes da idade, uma vez que o gaulês Jean Jacques Rousseau.

Apesar de todo esse histórico, as ideias modernas de comunismo só foram ser definidas por meio de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895), considerados os fundadores do que conhecemos por Socialismo Científico.

Sob potente influência das decorrências da Revolução Industrial no século XIX, o contexto econômico e social da Europa encontrava um capitalismo em plena subida, ao mesmo tempo em que a maioria absoluta da população vivia em condições precárias.

Nesse cenário, a teoria marxista pregava a luta de classes, sendo que toda a história da humanidade é permeada pelo antagonismo de uma classe opressora e outra oprimida. Na sociedade numulário, essas classes são representadas pela mediocracia, dona dos meios de produção e das riquezas, e o proletariado, proprietário unicamente da própria mão de obra.

Assim, as ideias socialistas de Marx e Engels propunham a supressão da propriedade privada, a socialização de todos os meios de produção e, consequentemente, o término das desigualdades entre as classes e do trabalho. Para os dois pensadores, quando a classe dos proletariados conseguisse entender sua situação de vexação e se organizasse, seria provável lutar pelo término das desigualdades, culminando no término do próprio Estado.

Apesar de dar nome a vários partidos políticos em todo o mundo e ser utilizado com frequência em discussões e obras literárias, o comunismo nunca existiu, de indumento, em graduação vernáculo. Algumas pequenas sociedades inspiradas no protótipo existem, mas não é provável falar em um país comunista nos dias de hoje.

Manifesto Comunista

O Manifesto Comunista é uma obra que foi publicada pela primeira vez no dia 21 de fevereiro de 1848, sendo reconhecido historicamente uma vez que um dos tratados políticos com maior influência no mundo.

Foi comissionado pela Liga dos Comunistas, tendo sido elaborado pelos próprios pensadores, pais do Socialismo Científico, Karl Marx e Friedrich Engels. O Manifesto do Partido Comunista expressa todo o programa, propósitos e objetivos da Liga dos Comunistas.

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O documento foi escrito em um cenário de grande processo de lutas, nas Revoluções de 1848, também conhecidas uma vez que Primavera dos Povos. Essa revolução durou quase um ano, atingindo os principais países da Europa. As reivindicações eram reformas sociais, buscando a subtracção da jornada de trabalho (de 12 para 10 horas diárias) e o voto universal (unicamente para homens, nesse primeiro momento).

Marx e Engels trazem no documento uma estudo história de todas as formas de vexação social, situando a mediocracia uma vez que a classe opressora de seu contexto. Ainda assim, citam sua influência revolucionária ao destruir o poder da reino e da igreja, valorizando a liberdade econômica, mas, ao mesmo tempo, explorando o operário uma vez que mercadoria.

O Manifesto traz uma sátira dura ao modo de produção do capitalismo e à maneira uma vez que a sociedade foi estruturada no seu contexto. Nesse sentido, o Manifesto Comunista objetiva fabricar as bases para a organização da revolução proletária em procura do estabelecimento de uma sociedade igualitária.

Resumidamente, podemos expressar que o Manifesto Comunista apoia um governo transitório socialista, que procura:

  • supressão da propriedade de terreno e o rentismo envolvido na mesma;
  • tributação progressiva;
  • supressão de direitos sobre heranças;
  • confisco de todas as propriedades de rebeldes e foragidos;
  • concentração do crédito pelo atacado nas mãos do Estado, principalmente uma vez que espeque às cooperativas de microcrédito;
  • estatização totalidade de todas as empresas de meios de transporte e de notícia;
  • estatização totalidade e planejada dos meios de produção, da cultura e das fábricas;
  • espeque à paridade entre todas as formas de trabalho;
  • geração de um corpo de funcionalismo público devotado à cultura;
  • integração completa entre os universos do campo e da cidade;
  • ensino infantil universal nas escolas públicas;
  • proibição do trabalho infantil;
  • integração dos mundos fabril e escolar.

Símbolo do comunismo

A simbologia comunista gira em torno da representação do trabalho e dos trabalhadores industriais e rurais de um país. Essas pessoas são as que compõem a classe proletária.

Para simbolizar esses dois grupos de trabalhadores, os símbolos utilizados (e mundialmente reconhecidos até hoje) são a foice e o martelo, em uma combinação específica, em amarelo num fundo vermelho.

Geralmente a foice e o martelo são associados com a estrela de cinco pontas, que representa tanto os continentes habitados do planeta quanto os cinco componentes da sociedade comunista (camponeses, operários, tropa, intelectuais e juventude).

A bandeira da União Soviética incorporou o símbolo em sua bandeira, assim uma vez que o Vietnã, a República Popular da China, Angola e Moçambique. Por término, o símbolo da foice e do martelo acabou por se tornar a simbologia universal do comunismo, estando presente na maioria das referências de países comunistas ao volta do mundo.

Já a bandeira vermelha, presente em todo e qualquer movimento comunista, representa o sangue do martírio da classe operária. Geralmente é vista em combinação com outros símbolos que remetem ao comunismo e aos nomes de partidos, sendo usadas por várias associações de cunho socialista e/ou comunista.

símbolo do comunismo

Diferença entre comunismo e socialismo

Apesar de muita gente confundir as duas correntes de pensamento e tratá-las uma vez que sinônimo, socialismo e comunismo se diferem em diversos aspectos. Para a teoria marxista, o socialismo zero mais é do que uma lanço para se chegar ao objetivo final: o comunismo.

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Porquê explicamos anteriormente, em uma sociedade socialista o Estado e o governo são mantidos no controle das relações e dos meios de produção. Entretanto, diferentemente do capitalismo, ele seria transportado diretamente pelos trabalhadores. Outrossim, a produção e a distribuição dos bens seriam feitas por esse governo popular, em um sistema organizado e paridade e cooperação.

Já uma sociedade comunista se encontraria em um estágio horizonte, na qual a paridade absoluta entre os cidadãos teria sido, enfim, alcançada. Nesse cenário, o Estado já poderia ser eliminado, sendo finalizadas também toda e qualquer forma de vexação. A sociedade, portanto, encontraria formas de se autorregulamentar, de modo que os trabalhadores seriam proprietários do próprio trabalho e dos bens de produção.

Comunismo no Brasil

No Brasil, o comunismo tem suas raízes no Rio de Janeiro, onde, em 1922, foi fundado o Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Teve grande influência para o cenário político vernáculo, uma vez que a partir dele surgiram vários outros partidos, potencializando o envolvimento político da sociedade brasileira.

Durante toda a sua história, o Partido Comunista do Brasil teve que atuar na clandestinidade, principalmente durante os períodos de repressão uma vez que o governo Getúlio Vargas e a Ditadura Militar.

Apesar de nunca ter chegado ao poder ou, até mesmo, ter constituído uma séria prenúncio ao status quo da sociedade brasileira, o comunismo foi utilizado várias vezes uma vez que uma justificativa para intervenções de extrema-direita. A “prenúncio comunista” foi um dos argumentos mais utilizados ao volta do mundo no século XX.

Hoje em dia, o Partido Comunista Brasílio (PCB) se encontra enfraquecido, de modo que o PCdoB talvez seja o partido de viés comunista com mais inserção na política brasileira. Em 2017, o portanto deputado do PSL, Eduardo Bolsonaro, criou um projeto de lei com o objetivo de criminalizar o comunismo no Brasil.

Países comunistas

Atualmente alguns países são considerados e classificados uma vez que nações comunistas, ainda que a núcleo da ideologia nunca tenha sido aplicada. Mais correto seria expressar que, no sumo, tais países são socialistas.

República Popular da China, Cuba, Coreia do Setentrião, Laos, Transnístria e Vietnã são os países apontados uma vez que comunistas nos dias de hoje. É muito difícil qualificar esses países uma vez que nações comunistas porque, na prática, nenhuma delas atingiu esse tipo de organização.

O que é provável atestar é uma aproximação dessas nações aos ideais comunistas, usando os mesmos uma vez que inspiração de organização social. Segundo a teoria marxista, eles estariam no estágio do socialismo. Os aspectos mais marcantes são em relação às políticas econômicas internas e externas.

Independentemente de alinhamentos políticos, a existência do comunismo é muito importante para a história da humanidade. As ideias com viés e alcance social de Marx e Engels são a base fundadora de muitos movimentos importantes, principalmente no século XX.

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