O que é Constelação Familiar e como ela funciona?

Ao vir ao mundo no seio de uma família, não herdamos somente um patrimônio genético, mas também sistemas de crença e esquemas de comportamento. Nossa família é um campo de pujança no interno do qual nós evoluímos. Cada um, desde seu promanação, ocupa um lugar único.

Nós somos mantidos em nosso campo familiar pessoal e individual num nível determinado, que entrava ou faz crescer a nossa disposição para ser feliz, escolher livremente, ter vitória naquilo que empreendemos, para fazer porfiar os relacionamentos agradáveis, a saúde, o bem-estar e também as doenças. Acontece que experimentamos o  sentimento de termos sido mantidos nos esquemas problemáticos desde tempos imemoriais.  

As constelações familiares nos dão a oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais profundo. Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a silêncio e a felicidade.

A natureza do nosso campo de pujança familiar é determinada pela história da nossa família, principalmente sua religião e suas crenças. Nosso país de origem, a religião em meio à qual nascemos, também desempenham um papel. Essa natureza é moldada por acontecimentos marcantes, como a história dos relacionamentos  dos  pais e dos avós, morte de uma petiz muito novidade, monstruosidade, parto prematuro, adoção, suicídio, guerra, exílio forçado, troca de religião, incesto, antepassado assaltante ou vítima, traição, ou  mesmo a crédito.

As ações generosas e altruístas de nossos pais e de nossos ascendentes são saudáveis para nós, enquanto suas más ações modificam o campo energético familiar, obrigando as gerações posteriores a remunerar o preço.

Entre as más ações estão: comprar bens de forma duvidosa, trapacear ou roubar, pertencer a  uma corporação cuja função envolve matar (como o tropa, por exemplo), as diferentes formas de violência, a internação psiquiátrica ou a prisão de membros da família, os acidentes que terminam em morte, renegar sua religião ou seu país.

O comportamento dos nossos ascendentes em relação às mulheres ou aos homens afeta  nossa habilidade  para  produzir bons relacionamentos. A privação de saudação e da gratidão a que nossos ascendentes têm recta também altera o campo de pujança. O provérbio bíblico “até a terceira e quarta geração” confirma-se nas constelações familiares. Pode até ser que a influência decorra daí.

Imersos  no  campo  energético  familiar,  ignoramos  sua  influência  que  permanece  fora  da  nossa consciência. Estamos presos a comportamentos e atitudes que nos derrotam e incitem a cometer atos que não compreendemos e dos quais acabamos por nos arrepender.

As constelações familiares nos ensinam que a nossa família é a nossa sina. Entretanto, não estamos irremediavelmente  presos  a  essa  sina  e  podemos  saber  a  tratamento.  Ao  compreender  os  mecanismos desse  processo,  ficamos  na  posse  do  poder  de  controlar o  nosso  comportamento  a  termo  de  evitar sofrimento para as gerações futuras.

 

O método de trabalho nas Constelações Familiares

Na  maioria  das  vezes,  as  constelações  familiares  são  conduzidas  no  seio  de  um  grupo  de  trabalho, mas certos profissionais as praticam em sessões individuais, sejam elas somente de terapia ou de Coaching Estrutural Sistêmico, com o auxílio de âncoras espaciais ou bonecos. De um modo ou de outro, elas seguem um determinado número de etapas (leia o item até o final).
(Continue lendo posteriormente o formulário)

 

Constelações Familiares e sessões individuais

Durante  as  sessões  individuais, o  terapeuta ou coach tem a possibilidade de assumir o papel de todos os representantes ou de incumbir essa tarefa ao cliente. Há também a utilização de pedaços de papel (âncoras espaciais) nos quais se escreve o nome de um membro da família, depois dobra-se uma extremidade em ponta para figurar a orientação do olhar do representante. Pede-se ao cliente que imagine que se trata de pessoas reais e não pedaços de papel. O cliente forma a constelação normalmente.

Ele permanece em  seguida ao lado  de  cada  pedaço  de  papel  e  faz  somente  o  trabalho  dos  representantes.  Se  ele quiser  compartilhar  sua  experiência,  ele  deixa  o  espaço  da  constelação  e  senta-se  retirado  dela. Ali, integra-se o que acabou de se passar. Esse método é muito eficiente.

Alguns profissionais consideram que não pode-se montar a constelação individual em todos os casos ou com qualquer pessoa. Pois quando  um  cliente  está  retirado  de  suas  emoções,  não pode-se pedir para ele ser representante em sua própria constelação, quer se trate de um trabalho individual ou de grupo.

 

Falando da Constelação em grupo

Num  primeiro  momento,  o coach ou terapeuta  esclarece  o  problema  ou  a questão do cliente. São portanto escolhidos representantes entre os membros do grupo: a constelação é montada e se desenrola progressivamente até a sua solução, ou até o momento em que fica evidente que  sua  solução  é  impossível  –  que  é,  de  claro  modo,  uma  solução  à  segmento.  Podemos  introduzir um ritual  de  fecho  de  sessão,  assim  como  conselhos  sobre  a  maneira  de  integrar aquilo que a constelação revela.

 

A Constelação Familiar na mediação de conflitos jurídicos

 

O Instituidor da Constelação Sistêmica Familiar

Hoje, quando se faz menção à terapia familiar sistêmica, pensa-se em Bert Hellinger e seu método das constelações familiares. Hellinger  nasceu  na  Alemanha  em  1925. Trabalhou como propagandista na África do Sul entre os zulus durante dezesseis anos, período em que foi ao mesmo tempo padre e diretor de uma escola de tamanho considerável.

Na qualidade de sacerdote, viu-se diante dos costumes, dos  rituais  e  da  música  zulus.  Uma formação ecumênica  somada  a  dinâmica  de  grupo  fundada  no diálogo, na fenomenologia e na experiência humana marcou para ele uma lanço decisiva. Depois de 25 anos  como  padre,  deixou  sua  congregação  religiosa,  voltou  a  Alemanha e partiu  para  uma  formação em psicanálise.

Hellinger  estudou  inúmeras  abordagens  terapêuticas, algumas baseadas  na  respiração  e  no  corpo, na Gestalt,  na  estudo  transacional,  na  terapia  familiar  sistêmica,  em  constelações  familiares, na programação neurolinguística, em terapia provocativa e na terapia do amplexo.

Ele  qualifica  seu  método  de fenomenológico.  É  um  método  profundamente  empírico,  tal qual  estudo  experimental  lhe  permitiu desvendar inúmeras leis que governam nossa vida e nosso direcção. Quando Hellinger aborda a questão dessas leis, ele se recusa a ser formal, com susto de alienar sua preciosa liberdade para evoluir e aprender. Ele incessantemente põe à prova essas leis, como o fazem todos aqueles que praticam as constelações. Elas são validadas, adaptadas e até mesmo revogadas por seu método fenomenológico.

 

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O Passo-a-Passo de uma Constelação em Grupo

1ª lanço

A definição do problema

O  terapeuta  pergunta  ao  cliente  qual  é  o  problema,  ou  seja,  ele  quer  saber  o  que  o  leva  a  uma constelação  familiar.  A  informação  que  o  terapeuta  procura  é  portanto  puramente  factual.  Ele  não  está interessado na história, em interpretações, julgamentos e explicações que a acompanham. O problema  pode  ser,  por  exemplo:  “Não  consigo  me  sentir  feliz”  –  “Tenho  cancro”  –  “Meu  fruto  é  deficiente”- “Não consigo cuidar do meu pai idoso sem tomar o seu lugar no sistema” – “Tenho depressão”.

O fundamento do método fenomenológico consiste em se concentrar nos fatos, naquilo que é. Quando um cliente diz: “Minha mãe não me patroa”, ele dá um a versão do comportamento de sua mãe. O profissional  tentará  obter  informações  factuais  ao  lhe  perguntar,  por  exemplo: “Como  é  que  você  sabe disso?”

O cliente não tem como saber. O que esse trabalho nos ensina é que quando uma petiz se sente mal-amada,  sua  mãe  se  acha  envolvida  ou  comprometida  num  esquema  de  bloqueio,  que  a impede  de  dar  livre  curso  a  seu  libido  de  ser  uma  mãe  amorosa.  O  que  as  constelações  familiares revelam é a verdade fundamental que mantém a situação dolorosa.

Uma  vez  formulado o  problema,  a  pergunta  que  surge  com  mais  freqüência  é: “O  que  se  passou  na sua família?”

 

ESTUDO  DE CASO

O terapeuta: “Qual é o seu problema?”

A cliente: “Vivo um relacionamento positivo e, no entanto, não consigo me sentir feliz.”

O terapeuta: “O que se passou na sua família?”

A cliente: “Minha mãe perdeu um  fruto.  Isso  aconteceu  antes  do  meu  promanação.”  

O  terapeuta:  “Quanto  tempo  antes  do  seu promanação?”

A cliente: “Dois anos.”

Para  muitos  terapeutas,  essas  informações  são  suficientes  para  principiar.  Outros  desejarão  saber mais e farão mais perguntas.

O terapeuta: “Você tem irmãos e irmãs?” A cliente: “Sim, um irmão mais velho e uma mana caçula.”

O terapeuta: “Como vão eles?” A cliente:  “Minha mana divorciou-se no ano pretérito e meu irmão está sempre com problemas de saúde.”

O terapeuta: “Você sabe o sexo da petiz que seus pais perderam?”

A cliente: “Não.”

O terapeuta: “Seus pais continuam juntos?”

 

2ª lanço

A escolha dos representantes

A cliente  escolhe  os  participantes  para  simbolizar  os  membros  selecionados  da  família  e  para representá-la.  Normalmente,  no  início  de  uma  constelação,  o  terapeuta  se prende  a  um  número mínimo.  No  nosso  exemplo,  ele  labareda  os  representantes  da  cliente,  de  seu  companheiro  e  de  seu irmão morto.

O  terapeuta  pode,  ao  longo  do  trabalho,  integrar  outros  representantes.  Neste  caso,  em  privado, trata-se  provavelmente  dos  pais  da  cliente,  de  seu  irmão  e  de  sua  mana  que  ainda  vivem.  Isso, entretanto,  não  é  de  nenhum  modo  obrigatório,  já  que  cada  constelação  é  única  e  não  podemos predizer com certeza o desenrolar de uma constelação.

 

3ª  lanço

Montagem da constelação

O  terapeuta  pede  à  cliente que  disponha  os  representantes  no espaço  e  que  lhes  transmita  uma  orientação  que  dê  conta  das  relações  que  uns  mantêm  com  os outros. A cliente se concentra profundamente, coloca-se detrás de cada representante, um posteriormente o outro, pega-os  pelos  ombros  e  os  move  lentamente  até  que  cada  um  se  encontre  numa  posição  que  lhe convenha. A colocação dos representantes em seus lugares se faz intuitivamente, sem reflexão. É na atribuição de seus lugares que a constelação emerge e que um campo de pujança autônomo se cria.

Uma vez formada a constelação, a cliente senta-se entre os participantes e observa o que se passa.

Pode  ocorrer  que  o  terapeuta  monte  a  constelação  familiar  ou  que  uma  cliente  seja  sua  própria representante.  Em  nosso  exemplo  (ver  diagrama  1  a  seguir),  a  cliente  instala  os  representantes  dela mesma (C1), de seu falecido irmão (†F) e de seu companheiro (C). Ela os dispõe de modo que a sua representante olhe na direção do seu irmão morto, e que os representantes de seu companheiro e do seu irmão morto olhem para sua representante.

A  constelação  mostra  que  a  atenção  da  cliente  está  focalizada  no  irmão  morto,  enquanto  a  do  seu companheiro  está  direcionada  para  ela.  Certamente,  o  diagrama  não  pode  refletir  as  expressões  de seus  representantes,  mas  elas  certamente  são  visíveis  para  o  terapeuta,  a  cliente  e  os  membros  do grupo.  Todos  podem  ver  o  olhar  terno  trocado  entre  a  cliente  e  seu  irmão  morto  assim  como  o  olhar inquieto que seu companheiro lhe lança.

Diagrama 1 (Livro: A Constelação Familiar em Sua Vida Diária – Joy Manné)

C1 = a representante da cliente
†F = o representante do irmão morto
C = o representante do companheiro da cliente

4ª lanço

O processo de solução

Existem  duas  formas  de  trabalhar  nas  constelações familiares.  A  primeira  traz  a  mediação  do terapeuta, que pede a cada um dos representantes que descreva o que lhe acontece. As informações que  ele  recebe  desse  modo  são  puramente  factuais e  fenomenológicas,  sendo  excluídas  todas  as explicações  ou  interpretações. O  terapeuta  pode  assim  movimentar  os  representantes  a  termo  de  que  eles possam se ver ou se alongar uns dos outros. Pode ser até que ele os faça transpor da constelação. Mas, quando os representantes ficam habituados a se deixar guiar pelo campo de pujança, o terapeuta não intervém mais, deixa o campo operar. Os movimentos são lentos e a pujança é muito intensa; nós os

chamamos de “movimentos da psique”, e eles podem levar uma constelação até sua solução sem que se pronuncie uma só vocábulo.

Em nosso estudo de caso, o terapeuta intervém e faz perguntas:

O terapeuta dirigindo-se à representante da cliente (C1): “O que está acontecendo?”

A representante da cliente: “Só consigo me interessar pelo meu irmão falecido († F). Não enxergo o meu companheiro (mostrando  o  representante  do  companheiro:  C).”

O terapeuta  ao  representante  do  companheiro:  “O que está acontecendo?”

O representante do companheiro: “Só vejo ela (C1), não me interesso por ele († F), quero ir na direção dela.”

O  terapeuta  ao  representante  do  irmão  morto:  “O  que  está  acontecendo?”  

O  representante  do  irmão morto: “Senhoril minha mana, quero ir em sua direção.”

O irmão falecido e sua mana caminham lentamente um na direção do outro e se abraçam. Ela apoia a cabeça no ombro dele e chora emocionada.

 

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O terapeuta faz uma pausa longa, depois pede à cliente que tome seu lugar na constelação.

Neste momento substitui o representante pelo cliente .

Às vezes, os clientes representam a si mesmos no prelúdios da constelação.  Em  outras  ocasiões,  como  no  nosso  exemplo,  esse  lugar  é  ocupado  por  uma  pessoa qualquer  até  o  momento  em  que  o  terapeuta  pede  ao  cliente  que  assuma  o  lugar  que  seu representante agora deve deixar. Isso ocorre muito lentamente e com muita delicadeza.

O terapeuta: “Diga a ele: A vida inteira senti sua falta’.”

A  cliente:  “A  vida  inteira  senti  sua  falta.”  Muito  emocionada,  ela  acrescenta  por  conta  própria:  “Eu queria muito ter você como irmão.”

A  cliente  parece  aliviada  ao  pronunciar  essas  palavras;  ela  balança  a  cabeça  lentamente  diversas vezes, à medida que entende o alcance do que acabou de manifestar. Depois de qualquer tempo, a pujança se desloca. A cliente deixa seu irmão se alongar dela e recua um passo. Sem soltar sua mão, ela olha seu companheiro pela primeira vez. Ela sorri.

O terapeuta: “Diga a seu irmão: ‘Oriente é o meu companheiro’.”

A cliente ao representante do irmão falecido: “Oriente é o meu companheiro.”

O irmão morto olha o companheiro amigavelmente. A cliente atrai seu companheiro para junto de si e solta a mão do irmão morto. Eles ficam diante do irmão e o olham com carinho.

O terapeuta: “Diga a ele (aponta para o irmão morto): ‘Você continua a viver em mim. Eu o reverencio, eu o saudação, e você ocupa um lugar no meu coração. Em qualquer momento, quando chegar a minha hora, eu me juntarei a você. Enquanto isso, eu lhe peço que vele por mim’.”

 

5ª  lanço

A solução

O  irmão  morto  sorri  para  ela.  O  par  se  abraça.  O  irmão  se  aproxima  e  envolve  o  par  em  seus braços.

O terapeuta: “Ficaremos por cá.”

A solução de uma constelação dá aos seus membros a sensação de livrar-se de um peso. Traz silêncio e satisfação ao seio do campo de pujança familiar.

 

6ª lanço

O ritual de fecho

Existem  inúmeras  maneiras  de  deixar  seu  papel  de  representante.  Às  vezes,  os  representantes circulam pela sala ou saem para esticar as pernas.

Desempenhar o papel de representante numa constelação familiar é uma experiência muito profunda, o que explica por que às vezes é difícil deixá-lo. O cliente pode ser bem-sucedido nessa tarefa ao se aproximar de cada representante, pegar-lhe a mão e agradecer-lhe, dizendo:

“Obrigado  por  ter  aceitado  simbolizar  minha  mãe/meu  pai/meu  companheiro/meu irmão…  Agora, pode voltar a ser você mesmo (diga o nome do representante).”

 

7ª lanço

Conselhos para integrar as constelações

O campo de pujança de uma constelação é muito sensível. As constelações são capazes de produzir mudanças  profundas.  Elas  põem  em  movimento  mudanças  importantes  de  processos  de  tratamento,  que progridem lentamente e se estendem, pouco a pouco, aos diferentes domínios da vida do cliente. Isso pode  levar  às  vezes  dois  anos.  É  primordial  deixar  que  siga  seu  curso  livremente,  sem  intervenções.

Por isso, o terapeuta costuma instilar o cliente a não falar disso nem com pessoas da família nem com  membros  do  grupo.  Ele  pede  também  aos  representantes  que  não  falem com um cliente sobre sua constelação, nem lhe perguntem sobre mudanças ocorridas ou sobre os membros de sua família.

Falar do que se passou reduz a intensidade de pujança disponível para a solução da constelação. Isso diminui  a  liberdade  que  os  clientes  têm  de  trabalhar  e  integrar  sua  experiência  a  seu  modo, enfraquecendo assim essa experiência.

No  entanto,  no  termo  de  uma  constelação,  muitas  vezes  o  grupo  troca  idéias  sobre  suas  reflexões.  Os representantes  podem  querer  dar  ao  cliente  informações  que  ele  achará  úteis.  E,  ocasionalmente,  já que esse trabalho não obedece a nenhuma regra absoluta, mas sim ao saudação totalidade àquilo que é (de pacto  com  a  abordagem  fenomenológica),  o  cliente  é  convidado  a  narrar  sua  experiência  aos membros da família envolvidos na situação.

Nos grupos de Formação em Constelação Familiar em que são colocadas as questões, ou se pede ao cliente que saia da sala, ou se delega a ele a responsabilidade de resolver se quer permanecer ou transpor.

O cliente deve ter a vontade de integrar aquilo que lhe foi mostrado pela constelação. Isso é feito com sucesso quando seu nível de responsabilidade individual é proeminente. Quando esse não for o caso. mas se tratar de clientes que procuram pretextos e desculpas e tornam os outros responsáveis por sua vida infeliz, eles integrarão mal o resultado desse trabalho tal qual fundamento é “concordar as coisas como elas são”.

Texto tirado e adequado do livro: A Constelação Familiar em Sua Vida Diária – Joy Manné

 

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