O Que É, Objetivos e Estratégias [2021]

Você já ficou se perguntando porquê algumas empresas conseguem atrair tantos clientes? O que elas fazem para se evidenciar no mercado? Por que os produtos delas vendem tanto, enquanto outros ficam encalhados?

O sigilo do sucesso certamente passa pelo marketing.

Quem domina o marketing sabe tudo sobre o mercado: porquê se posicionar, porquê invadir os clientes, porquê entregar valor para os seus públicos e, é simples, porquê gerar lucro e competitividade com tudo isso.

Porém, estamos falando de um conjunto de conhecimentos, não trata exclusivamente de vender produtos. Ele abrange uma série de conceitos, estratégias, canais e metodologias, que estão em uniforme mudança ao longo dos anos para se conciliar às transformações sociais.

Para dominar o mercado, portanto, é preciso dominar essa ciência. É por isso que vamos falar agora tudo o que você precisa saber desde a Publicidade tradicional até o Marketing Do dedo!

Neste item, você vai aprender:

Começaremos falando sobre o que é marketing. Vamos lá?

O que é Marketing

O que é Marketing


Marketing é uma espaço focada na geração de valor sobre o resultado, serviço ou sobre a própria marca de um negócio, tendo porquê objetivo a conquista e a fidelização de clientes.

Para entender o que é marketing, portanto, vamos recorrer a alguns nomes e instituições representativos da espaço.

A American Marketing Association (AMA), que representa os profissionais de marketing nos Estados Unidos, traz a seguinte definição:

“Marketing é a atividade, o conjunto de instituições e os processos para fabricar, remeter, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e sociedade em universal”.

Essa definição mostra a abrangência da concepção de marketing. Perceba também que o foco dessa atividade não é vender produtos para clientes, porquê muitos poderiam pensar.

O marketing trabalha com a geração de valor, e isso deve ocorrer na percepção dos diferentes públicos sobre o custo-benefício que a empresa entrega.

Já o The Chartered Institute of Marketing, que representa a espaço no Reino Unificado, define marketing porquê:

“O processo de gerenciamento responsável por identificar, antecipar e satisfazer as necessidades do cliente com lucro”.

Aí está uma importante taxa para entender o que é marketing: as necessidades do cliente.

Elas são inerentes ao ser humano ― não é o marketing que as cria. Porém, essa atividade deve saber perceber as carências das pessoas e despertar o libido para supri-las.

Essa definição vai ao encontro do que diz Philip Kotler, que define o marketing porquê: “a ciência e a arte de explorar, fabricar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um público-alvo com lucro.

O marketing identifica necessidades e desejos não preenchidos. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado e o potencial de lucro. Ele aponta quais segmentos da empresa são capazes de servir melhor e cria e promove os produtos e serviços mais apropriados.”

Em poucas palavras, ele define que marketing é “suprir necessidades gerando lucro”.

Essas definições não deixam evadir, também, o objetivo medial das empresas: o lucro. Enfim, é isso que garante a sua sobrevivência e competitividade no mercado ― e esse é um dos motivos de subsistir do marketing.

Mas vale ressaltar que o marketing também pode ser adotado por organizações que não visam o lucro ― instituições públicas e ONGs, por exemplo. Nesses casos, os objetivos do marketing se voltam para o retorno em outras formas, porquê engajamento ou fortalecimento da marca.

Agora, já que estamos falando em objetivos de marketing, vamos ver um pouco mais sobre eles.

Objetivos do Marketing

Objetivos do Marketing


Você sabe proferir para que serve o marketing? Engana-se quem pensa que ele serve só para vender produtos. Os objetivos do marketing podem ser muito mais abrangentes e ajudar a depreender diferentes resultados para as empresas.

Vamos ver agora alguns deles.

1. Vender mais

Vender: sim, esse é um dos principais objetivos do marketing para organizações que colocam produtos ou serviços no mercado.

É papel do marketing, portanto, preparar as estratégias para que elas atendam às necessidades dos clientes e aumentem as chances de sucesso das vendas.

2. Fidelizar clientes

Mas o papel do marketing não termina na venda. A empresa deve continuar próxima do cliente para que ele não esqueça a marca e volte a comprar outras vezes.

Vale lembrar uma frase clássica: fidelizar clientes é muito mais barato que captar novos compradores.

3. Aumentar a visibilidade

Outro objetivo que o marketing ajuda a atingir é aumentar a visibilidade da marca e dos seus produtos.

Porém, não adianta buscar visibilidade junto a um público que não tem zero a ver com a empresa. Para otimizar os investimentos em marketing, as estratégias devem ser focadas nas pessoas certas: aquelas que têm mais chances de virarem clientes.

4. Gerenciar uma marca

Marketing tem tudo a ver com branding. A construção de uma marca acontece na mente dos consumidores.

E, para que eles absorvam a imagem da marca, ela precisa tornar os seus valores e propósitos tangíveis por meio das estratégias de marketing ― em uma peça de publicidade e na definição do preço dos produtos, por exemplo.

5. Edificar boas relações

Marketing também tem tudo a ver com relacionamento. Ao estreitar os laços com os seus públicos (não exclusivamente clientes, mas também parceiros, colaboradores etc.), uma empresa consegue fortalecer a sua marca.

As vendas e a fidelização são uma consequência desse processo.

6. Educar o mercado

A produção de teor está na base do marketing atualmente. Publicações em blogs, matérias de revistas e jornais, redes sociais e outros canais ajudam a fabricar mando para a marca, ao mesmo tempo que educam os consumidores sobre as soluções que a empresa oferece.

A intenção não é vender diretamente o resultado, mas mostrar porquê ele pode ser útil.

7. Engajar colaboradores

As estratégias de marketing não miram exclusivamente para fora da empresa. Dentro das suas fronteiras, existe um público que é necessário para o sucesso do negócio: os colaboradores.

Por isso, o marketing ― ou melhor, o endomarketing ― também pode ajudar a engajar o público interno, fazê-los mais felizes com o seu trabalho e torná-los propagadores da marca.

A origem do Marketing

Origem do Marketing


Não existe um marco solene para o surgimento do marketing. Mas podemos proferir que ele existe ― ainda não porquê um campo do conhecimento, mas na prática do dia a dia ― desde que as pessoas trocam mercadorias entre si.

O marketing já acontecia desde as primeiras civilizações. Mas é no término da Idade Média e início do Renascimento Urbano e Mercantil (por volta do século XV) que as cidades começam a crescer e solidificar as práticas comerciais.

Mais tarde, no século XVIII, a Revolução Industrial começou a transformar radicalmente a sociedade, a economia e os modos de viver na cidade.

Com o surgimento das fábricas, começam a eclodir também algumas teorias e métodos de governo de empresas, em procura de maior eficiência e produtividade.

A partir desse momento, com uma subida produção, o duelo era encontrar demanda pelos produtos. Assim, começam a ser desenvolvidas as práticas de vendas e de distribuição ― e aí começamos a entrar propriamente na arte do marketing.

Mas é somente no século XX, com a sequência da Revolução Industrial e a consolidação da economia de mercado, que o marketing se firma.

A subida da concorrência, a demanda por novos produtos e o propagação das cidades trouxeram a urgência de estabelecer uma relação entre produtores e compradores, que estimulasse a demanda pelos produtos de uma empresa.

E foi nessa estação, início do século XX, que o marketing foi se constituindo porquê uma disciplina e sugiram os primeiros cursos por correspondência e presenciais em universidades de renome, porquê a Universidade de Novidade York, de convenção com os estudos de Paul D. Converse (1945).

Mas é preciso se colocar naquela estação: tudo ainda era muito novo.

Por isso, o marketing também não tinha ainda a visão que tem hoje, de saber o público, segmentar o mercado e satisfazer necessidades. A intenção era só vender mesmo!

Nesse contexto, muitas práticas maliciosas foram adotadas para ludibriar os consumidores, que acabavam comprando “gato por lebre”. E isso gerou uma imagem negativa sobre o que é marketing.

Nessa estação, alguns estudiosos começaram também a indagar o efeito do marketing e da propaganda.

Walter Dill Scott, por exemplo, estudou a psicologia aplicada à propaganda e seu caráter persuasivo (até hipnótico). Ele desenvolveu estratégias de publicidade que foram largamente usadas pelas empresas no início do século.

Foi somente depois, com o maduração dos consumidores, que as empresas começaram a se preocupar com a satisfação dos consumidores.

Peter Drucker, considerado o pai da governo moderna, é um dos autores que direciona o foco da gestão empresarial para as pessoas, o que já demonstra que as empresas não devem “vender a qualquer dispêndio”.

Philip Kotler, a maior referência do marketing atual, segue nessa risca. Em 1967, ele lança o seu clássico “Gestão de Marketing”, que coloca essa espaço porquê ponto medial e vital para as empresas.

Elas deveriam ser orientadas para o cliente e para o mercado, não exclusivamente olhar para a sua própria produção.

É com essa mentalidade, portanto, que surge o marketing porquê concebemos hoje. A partir daí, o consumidor se torna o núcleo das atenções.

Mas o próprio Kotler ressalta que o marketing não para: ele está em uniforme evolução, porque acompanha as mudanças de comportamento da sociedade.

E, se a tecnologia está cada vez mais aumentando a velocidade das mudanças, dá para imaginar que o ritmo do marketing também está cada vez mais depressa.

Risco do tempo da história do marketing

Agora, vamos ver os principais fatos que marcaram a história do marketing, que se mistura com a história da tecnologia e dos meios de notícia. Vamos à nossa risca do tempo:

1447: Gutenberg cria a prelo tipográfica, ou tipografia. Essa invenção revoluciona a divulgação da informação e de ideais. A Reforma Protestante de Lutero, por exemplo, foi propagada com o uso da prelo recém-inventada.

1609: A Alemanha publica o primeiro jornal impresso porquê publicação periódica. Esse meio de notícia será importante, posteriormente, para propalar produtos e serviços em classificados e outros espaços publicitários.

1730: As revistas também surgem porquê publicações periódicas e passam a ser mais um ducto de informação, entretenimento e publicidade.

1880: Com a veia artística da Belle Époque, os pôsteres se popularizam porquê mídia de divulgação pelas ruas das cidades. Mais adiante, eles serão importantes veículos da propaganda de guerra na Europa Ocidental, na União Soviética e nos Estados Unidos. Na sequência dos pôsteres, surgem também os outdoors, em formatos maiores.

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1920: Surge o rádio. Naquela estação, muitas pessoas colocaram em xeque as mídias impressas, já que o rádio era muito mais interessante e barato — eles nem imaginavam toda a tecnologia que ainda estava por vir.

1930: Começam as transmissões abertas de televisão. Se o rádio já era uma ameaço aos impressos, a TV foi vista porquê o ponto final dos jornais e revistas (o que definitivamente não aconteceu). No Brasil, as transmissões acontecem exclusivamente em 1950, pelas mãos de Assis Chateaubriand.

1941: Vai ao ar o primeiro mercantil de TV. Nessa mídia, a publicidade ganha basta poder de penetração e persuasão.

1942: A Nestlé inaugura um ducto restrito para notícia com o consumidor, o Serviço de Colaboração Familiar. Era o início dos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC) no Brasil.

1970: O telemarketing se torna uma prática generalidade para vender produtos e serviços ao consumidor. Os sistemas PABX (Private Automated Branch Exchanges) permitiram que as empresas tivessem quantos ramais fossem necessários para fazer as ligações.

1981: A IBM lança o primeiro computador pessoal, o IBM PC 5150. Assim começava a se popularizar o uso das mídias digitais pelas pessoas e pelas empresas. Um pouco mais tarde, em 1984, a Apple lança o seu primeiro Macintosh, com destaque para o lendário mercantil de lançamento que também entrou para a história do marketing.

1991: Tim Berners-Lee cria a rede mundial de computadores (ou World Wide Web). A invenção tinha o objetivo de democratizar o conhecimento. Mas a web foi além: ela eliminou as fronteiras da notícia e do marketing e acelerou a velocidade das mudanças no mundo.

1995: Nascem a Amazon e o eBay, os primeiros sites de vendas online, que depois se tornaram gigantes do e-commerce.

1996: É lançado o primeiro serviço de webmail do mundo, o Hotmail. O serviço populariza a notícia direta entre empresas e pessoas, mas também faz explodir a prática de spam.

1998: Nasce o Google. Não é o primeiro motor de procura inventado, mas os fundadores Larry Page e Sergey Brin inovam por utilizar um algoritmo (o PageRank) que organiza as páginas por relevância, em vez de exclusivamente ordenar por ordem alfabética porquê faziam seus concorrentes.

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1998: Surgem os blogs. Inicialmente, eles se parecem mais porquê diários pessoais. Mais adiante, os blogs corporativos vão se transformar em importantes ferramentas de Marketing de Teor para as empresas.

2000: O Google lança o Adwords para permitir a inserção de links patrocinados na procura. Esse formato de publicidade é um clássico das mídias pagas da internet, que ainda hoje é largamente usado.

2003: Os Estados Unidos assinam o Can-Spam Act, o primeiro tratado contra o envio de email marketing não-solicitado.

2004: Mark Zuckerberg lança o Facebook, uma pequena rede social universitária que revolucionaria as relações sociais e se transformaria em uma grande plataforma de negócios.

2005: É lançado o YouTube, que se torna o gigante dos vídeos para a internet. Um ano depois, ele é adquirido pelo Google.

2007: Steve Jobs lança o primeiro iPhone da Apple. Esse lançamento foi um marco para tornar os smartphones mais conhecidos e para o mundo se tornar mais mobile.

Steve Jobs em lançamento do primeiro Iphone
Natividade: PAUL SAKUMA/AP.

2009: O Google começa a testar carros autodirigidos ― um marco para o uso da perceptibilidade sintético e da Internet das Coisas.

2015: O Google lança o RankBrain, um algoritmo fundamentado em machine learning para qualificar a entrega dos resultados da procura aos usuários.

2015: Surge o noção de Economia Compartilhada ― representada por negócios porquê Uber, Airbnb e Netflix ―, que introduz um novo padrão de negócio e um novo modo de consumir.

Fases

Philip Kotler explica em seus livros que o marketing já passou por diferentes fases. Isso acontece porque a atividade acompanha a evolução do mercado, da sociedade, da tecnologia e, principalmente, do comportamento do consumidor, com quem deve fabricar uma conexão.

Atualmente, vivemos a quarta tempo, chamada de Marketing 4.0. Portanto, já passamos pelo Marketing 1.0, 2.0 e 3.0. A seguir, você vai saber do que elas tratam.

Porém, não pense que um estágio vem para substituir o outro. Ainda existem empresas vivendo nas fases anteriores, porque não reagiram às mudanças.

Mas Kotler deixa simples que quem souber se conciliar a cada momento tem mais chances de sucesso no mercado, ok?

Logo, acompanhe agora a evolução e pense em que tempo a sua empresa está.

Marketing 1.0

No Marketing 1.0, as empresas estavam focadas na sua produção e nos seus produtos. Basicamente, elas olhavam exclusivamente para o seu próprio umbigo.

Entendemos o porquê disso quando olhamos para o cenário em que se desenvolve essa primeira tempo.

Estamos falando dos primeiros passos do marketing, quando não havia tantos produtos no mercado, nem tantas empresas concorrentes, e o consumidor ainda era imaturo em relação à publicidade.

Portanto, ainda não era preciso se preocupar com construção de marca, segmentação de mercado, muito menos personalização.

A solução era simples: massificar a divulgação, com foco nos atributos funcionais dos produtos, com meios de notícia porquê TV e rádio para maximizar a visibilidade.

Marketing 2.0

No Marketing 2.0, já percebemos uma evolução na percepção das empresas. Elas deixam de olhar exclusivamente para dentro e percebem que precisam entender as necessidades dos consumidores.

Ao identificá-las e atendê-las, as empresas teriam demanda para os seus produtos.

Leia mais:  4 principais causas de tontura (e o que fazer)

Nessa estação, os consumidores já não eram mais uma volume. Eles já estão mais maduros e exigentes com as empresas, que devem repensar as suas estratégias.

Assim, o marketing passa a reconhecer que eles têm necessidades e desejos diferentes, que os seus produtos podem suprir.

Logo, surge a noção de segmentação de mercado. O papel dessa tarefa é delimitar grupos de consumidores, com perfis e interesses em generalidade, e definir um público-alvo, em que as estratégias vão mirar.

Ao se aproximar de um grupo específico, as empresas reduzem a concorrência e diminuem os gastos com o marketing massificado, que atingia muitos consumidores fora do perfil de cliente do negócio.

Marketing 3.0

No Marketing 3.0, a internet entra em cena. A sociedade se torna do dedo, conectada, sem fronteiras. As pessoas ganham o poder de se manifestar em sites, blogs e redes sociais e serem ouvidas do outro lado do mundo.

E, assim, a jerarquia das relações de consumo se inverte ― agora os consumidores estão no poder.

Nesse cenário, mais uma vez, o marketing teve que se conciliar. Não faz mais sentido tratar os consumidores por segmentos, nem porquê alvos. Eles são, simplesmente, seres humanos, que querem ser ouvidos.

Uma vez que seres humanos, os consumidores se tornam únicos. Por isso, as empresas devem fabricar estratégias personalizadas para cada pessoa, conforme as suas necessidades, dores, interesses e comportamentos.

E, para conversar com pessoas, as marcas também devem assumir traços humanos. É nesse sentido que as empresas passam a definir valores e princípios e se envolver em causas sociais e ambientais, demonstrando a sua humanidade e preocupação com o porvir do planeta.

Os consumidores não querem mais exclusivamente empresas que vendem produtos ― eles querem marcas que assumam compromissos.

Marketing 4.0

Se o Marketing 3.0 surge na era da internet, o Marketing 4.0 é marcado pela economia do dedo. A conectividade transformou tão profundamente a sociedade que Kotler identificou o surgimento de uma novidade era, relatada em seu livro “Marketing 4.0: Moving from Traditional to Do dedo”, de 2016.

Esse é o estágio que vivemos atualmente, em que a internet permeia todos os momentos das nossas vidas. Pesquisar, comprar, estudar, conversar, se informar ― para tudo isso, usamos a internet.

Para as empresas, isso também deve ocorrer. A conectividade está transformando as relações de consumo, os padrões sociais e as estruturas de poder. Logo, o marketing também deve entrar na transformação do dedo.

Mas Kotler não está falando exclusivamente de fabricar uma página no Facebook e mandar email marketing, ok?

O Marketing 4.0 consiste na compreensão desse novo cenário hiperconectado e da mudança de mindset das empresas para uma lógica mais inclusiva, nivelado e social.

Trata-se de uma mudança muito mais profunda do que recrutar likes nas redes sociais!

Marketing e Publicidade

A publicidade é um dos braços do marketing, que faz secção do P de Promoção, dentro dos 4 Ps que você vai saber mais adiante neste item.

Ela é responsável por propalar a empresa e os produtos para o público consumidor e incentivá-los a comprar. E isso pode ocorrer por meio de anúncios pagos na TV, no rádio, em outdoors, nas redes sociais, nos buscadores etc.

Já o marketing é muito mais abrangente que isso.

Ele se ocupa das atividades que vão desde a estudo do mercado até a mensuração dos resultados das vendas, por exemplo.

Nesse processo todo, a publicidade é a instrumento persuasiva que mira no público e ajuda a gerar demanda para a empresa.

Marketing e Gestão

O marketing é um dos pilares da governo, que depende também da gestão de pessoas, finanças, logística, vendas etc. Sem um desses pilares, a gestão fica incompleta, e a empresa não consegue marchar.

Kotler mostra que o marketing, porquê ponto medial das empresas, está diretamente relacionado à governo e deve direcionar sua visão, sua missão e seu planejamento estratégico. Não é por contingência que ele trabalha com o noção de Gestão de Marketing, frase que dá nome ao seu livro clássico.

Na perspectiva da Gestão de Marketing, quando as empresas se modificam, a organização do marketing também se altera. Portanto, o marketing já passou pelas diferentes filosofias de governo.

Veja agora quais foram as principais e porquê o marketing desempenhou seu papel:

Orientação para produção

Relaciona-se à tempo do Marketing 1.0, que vimos anteriormente. As empresas olham exclusivamente para dentro, na procura pela maior eficiência com o menor dispêndio verosímil, e focam na distribuição massificada.

Nessa orientação, o marketing exclusivamente deduz o que o mercado precisa, sem indagar a fundo as suas demandas.

Orientação para resultado

Relaciona-se também com o Marketing 1.0, mas o foco se volta para o resultado e a qualidade totalidade da produção.

O marketing se preocupa em entregar e propagar produtos com qualidade e desempenho superiores, ao descontar que é isso que os consumidores querem.

Orientação para vendas

Cá, as empresas começam a olhar para o mercado, mas ainda não estão preocupadas em entender suas necessidades.

O marketing está ligado diretamente às vendas: ele deve adotar uma linguagem persuasiva, que faça os consumidores comprarem a qualquer dispêndio, já que espontaneamente eles não farão isso. O problema? Ninguém gosta de se sentir pressionado.

Orientação para marketing

A partir daqui, estamos falando do Marketing 2.0, centrado no cliente. A orientação da governo para o marketing traz a visão do mercado.

Primeiramente, as empresas devem entender o que o mercado precisa; depois, elas devem elaborar as estratégias para atender as demandas dos segmentos, de maneira que se diferencie dos concorrentes.

Orientação para marketing holístico

Enquanto as três primeiras orientações já têm um uso restringido, a orientação para o marketing holístico é a abordagem mais contemporânea.

Segundo essa filosofia, o marketing é extenso e trabalha com as diferentes áreas da empresa, com as quais constrói uma interdependência.

Marketing e Vendas

Até as ideias de Kotler entrarem em prática no mercado, o marketing era muito visto porquê sinônimo de vendas. Porém, essas áreas têm funções diferentes.

A equipe de vendas trabalha na lanço final da jornada de compra. Seu papel é estimular a tomada de decisão quando o cliente já está mais maduro.

Para chegar a esse ponto, porém, ele passa pelo processo de maduração com a equipe de marketing, que teve o papel de atrair interessados, estreitar o relacionamento com eles e nutri-los com conteúdos.

A separação entre as áreas, porém, causou um cisma. Em muitas empresas, Marketing e Vendas não se conversam e ainda disputam quem deve receber os louros das vendas.

A verdade é que essa rivalidade não traz favor qualquer ao negócio. Na perspectiva do marketing holístico, o ideal é que as áreas trabalhem de forma colaborativa pelo muito da empresa.

Por isso, criou-se o termo vendarketing, com a intenção de promover a integração e o alinhamento entre esses setores.

Na metodologia do Inbound Marketing, o vendarketing ajuda a extrair os melhores resultados, otimizar os recursos do processo de vendas e manter uma notícia coesa com o lead ao longo de todo o funil.

Ciclo de vida do resultado

Ciclo de Vida do produto


Um dos conceitos mais importantes do marketing é o Ciclo de Vida do Resultado (CVP). Apresentado por Philip Kotler, ele mostra a dura verdade: zero é para sempre.

Isso vale para a vida, mas também para os produtos, para as categorias de produtos, para as marcas e para os mercados. De maneira universal (não é uma regra), eles passam por quatro fases, que vamos detalhar a seguir.

As empresas precisam, portanto, ajustar as estratégias de marketing ao ciclo e lastrar seu portfólio de produtos para passar por esses estágios com o melhor aproveitamento e sem prejudicar suas operações.

Vamos ver agora quais são os estágios do ciclo de vida de um resultado:

Ciclo de vida de um produto
Natividade: Wikipédia

1. Introdução

A primeira tempo se refere ao lançamento do resultado no mercado, depois de investir em pesquisa e desenvolvimento. Apesar do otimismo, é preciso agir com cautela.

As vendas tendem a ser baixas, já que o resultado ainda está sendo introduzido, e as altas despesas de lançamento, divulgação e ensino do mercado inibem a lucratividade.

2. Incremento

Na tempo de propagação, o resultado já foi aceito no mercado e alcança uma subida procura. Com a ensino dos consumidores, o libido pelo resultado tende a aumentar exponencialmente!

Os lucros também têm um aumento sucoso, pois o faturamento já começa a superar as despesas com publicidade.

3. Maturidade

Na maturidade, as vendas e os lucros se estabilizam. O resultado já é espargido pela maioria dos compradores potenciais, que já não trazem mais novos clientes.

Os concorrentes também estão no cenário, e a disputa pela atenção dos consumidores se torna mais acirrada, o que pode também principiar a decrescer os lucros.

4. Declínio

Uma vez que zero dura para sempre, chega a tempo do declínio. Ela costuma ocorrer devido a mudanças no mercado, porquê uma novidade tecnologia, a evolução de comportamentos ou a ingresso de um grande concorrente.

Com os lucros cada vez menores, chega a hora de renovar o resultado, investir em novas soluções ou simplesmente tirar o item do mercado (é preciso também saber a hora de trespassar de cena…).

4 Ps do Marketing: entenda o Mix de Marketing

4 Ps do Marketing

O noção de 4 Ps do marketing, também chamado de Mix de Marketing, é um dos mais conhecidos na espaço. Essa é uma metodologia do marketing operacional, ou seja, foi criada para tirar os planos do papel e colocar na rua.

Os 4 Ps, portanto, referem-se aos pilares das táticas de marketing: Preço, Terreiro, Promoção e Resultado. Eles devem ser definidos para cada segmento-alvo que a empresa escolher, a partir das definições de posicionamento da marca para cada um deles.

Atualmente, existem ainda algumas revisões dessa metodologia, que incluem novos Ps ou outras letras, porquê os 8 Ps do Marketing Do dedo. Mas, agora, estamos cá para mostrar o que representam essas quatro palavras para o marketing.

Preço

O preço de um resultado pode parecer exclusivamente um número. Mas ele diz muito sobre o posicionamento de uma marca.

Se você escolhe ter o preço mais barato do mercado, essa decisão influencia na percepção do público sobre o seu resultado e na decisão de compra.

Portanto, o P de Preço deve ser definido de olho nas projeções de lucratividade e nos preços dos concorrentes, mas também em porquê o público vai aspirar essa informação.

Além do preço de lista, você deve definir também as políticas de desconto e parcelamento, que também afetam as percepções e escolhas do cliente.

Terreiro

O P de Terreiro se refere à distribuição do resultado no mercado.

Enfim, os locais onde os produtos são vendidos determinam porquê o consumidor terá chegada a eles e influenciam na sua decisão de compra. Se o chegada for difícil, se a loja for longe da sua lar ou o e-commerce demorar a entregar, por exemplo, ele pode desistir da compra.

Portanto, você deve pensar em uma distribuição que alcance o seu público-alvo, da maneira mais eficiente verosímil. Pense sobre:

  • canais de distribuição;
  • número de intermediários até o cliente final;
  • localização dos centros de distribuição;
  • localização dos pontos de venda;
  • gestão da logística.

Promoção

O P de Promoção engloba todas as ações de notícia, que fazem a conexão entre a marca e os consumidores e despertam o interesse no resultado. O mix de notícia envolve as seguintes ações:

  • publicidade;
  • relações públicas;
  • assessoria de prelo;
  • marketing direto;
  • Marketing Do dedo;
  • merchandising;
  • entre outras.

Resultado

O resultado é aquilo que o consumidor pode ver, tocar, testar em relação à marca, que é alguma coisa intangível. Logo, é necessário que o resultado transmita a imagem que a marca propagou com a promoção ― ou a experiência do consumidor será frustrante.

No P de Resultado, portanto, a empresa deve definir pontos porquê estes:

  • atributos funcionais;
  • atributos emocionais associados ao resultado;
  • funções que ele pode desempenhar;
  • design do resultado e da embalagem;
  • nível de qualidade da produção;
  • branding do resultado.
4 Ps do Marketing

Tipos de marketing

Tipos de Marketing


Existem vários tipos de marketing. Diferentes estratégias, canais e abordagens podem ser adotados pelas organizações. E cada um deles pode servir para atingir diferentes objetivos, conversar com determinados públicos e suprir determinadas necessidades dos negócios.

Agora, portanto, vamos ver alguns tipos de marketing bastante usados que você pode impor no seu negócio.

Inbound Marketing

Uma estratégia de Inbound Marketing ― ou marketing de atração ― não faz a empresa ir detrás dos consumidores para vender seus produtos, porquê acontece com a publicidade tradicional.

Em vez disso, ela trata de atrair interessados para transformá-los em leads e, depois, convertê-los em clientes, dentro do que chamamos de funil de vendas.

Processo de Inbound Marketing

Nesse processo, a geração de teor relevante para o consumidor é o principal combustível para promover o relacionamento com a marca.

A HubSpot, por exemplo, tornou-se uma referência em Inbound Marketing usando essa metodologia.

A empresa produz uma série de conteúdos para despertar o interesse de potenciais clientes e, depois, guiá-los pelo funil até adquirem o seu software.

Outbound Marketing

Diferentemente do Inbound, o Outbound Marketing consiste em uma abordagem ativa para prospectar clientes.

A empresa identifica quem tem potencial para se tornar cliente e utiliza diferentes canais ― porquê banners em sites, social ads, anúncios de TV e ligações telefônicas ― para depreender essas pessoas.

Para ter resultados efetivos com essa estratégia, é preciso investir na segmentação e na personalização da mensagem.

Caso contrário, a sua abordagem será massificada, e você vai incomodar pessoas que não têm interesse no que a sua empresa tem a proferir — é só pensar nas ligações indesejadas de telemarketing para lembrar porquê o outbound marketing mal planejado por ser inoportuno.

Marketing de Teor

Marketing de Teor não é uma estratégia novidade. Há muito tempo as empresas produzem materiais relevantes para os seus consumidores.

Quer um exemplo?

A Brastemp lançou livros de receitas quando começou a vender seus micro-ondas. A intenção era educar e engajar seu público, estreitar o relacionamento com eles e gerar mais oportunidades de negócios.

É com esses mesmos objetivos que o Marketing de Teor é utilizado ainda hoje. A diferença é que essa estratégia ganhou um empurrãozinho da web 2.0, que popularizou a produção de conteúdos.

A mesma Brastemp, por exemplo, está hoje na internet, com conteúdos no ducto do YouTube e nas redes sociais por exemplo, para se conectar com o consumidor atual.

Cá na Rock Content, é com a produção de conteúdos relevantes para o nosso público que atraímos o interesse de potenciais clientes e construímos a nossa mando em Marketing de Teor. Não é por contingência que você está cá lendo oriente post!

Blog da Rock

Marketing Do dedo

Marketing Do dedo são as estratégias de marketing aplicadas aos meios eletrônicos ― simples assim.

Sites, blogs, aplicativos, redes sociais, emails, buscadores e banners não são, por si só, o Marketing Do dedo ― eles são exclusivamente canais que você pode usar para remeter e entregar valor aos consumidores.

A atuação online trouxe muitos ganhos para as empresas. Com a possibilidade de coletar uma infinidade de dados, elas ganharam poder de segmentação do público e de mensuração dos resultados.

Mais interessante ainda é que agora isso é verosímil para qualquer empresa, mesmo sem orçamentos astronômicos.

Porém, fica cada vez mais tênue a diferença entre o que é marketing e o que é Marketing Do dedo. Enfim, o mundo está todo conectado!

Logo, adotar o Marketing Do dedo não é mais uma escolha ― é uma obrigação para as empresas.

É interessante observar porquê empresas que construíram sua reputação no mundo offline migraram com sucesso para a internet. A Magazine Luiza é um bom exemplo de empresa que soube incorporar o Marketing Do dedo no varejo para colher os melhores resultados.

Magazine Luiza

Marketing Interativo

A produção de conteúdos interativos é focada na geração de oportunidades de interação entre empresa e público. Dessa forma, ele tem porquê resultado o aumento do engajamento e a promoção de experiências valiosas.

Leia mais:  O que é Taxa CDI: como funciona e quais seus rendimentos?

Além desses pontos, as estratégias interativas possibilitam a coleta de dados relevantes para as equipes de marketing e vendas, por meio da estudo das suas respostas em quizzes, infográficos, calculadoras e demais formatos interativos.

Um exemplo de teor interativo é a geração questionários interativos que levam o usuário a saber mais sobre suas dores, apresentando, em seguido, blog posts que possam auxiliá-lo ao longo da sua jornada.

Marketing direto e indireto

Embora pareçam opostos, marketing direto e indireto se referem a conceitos diferentes.

Marketing direto ― também chamado de marketing de dados ― consiste no uso de um banco de dados para falar diretamente com uma pessoa. Exemplos disso são o envio de mala direta, o email marketing e o telemarketing. Nesse tipo de estratégia, personalização e relevância são regras para não importunar as pessoas.

Já o marketing indireto se refere a uma divulgação da marca que não tem rosto de propaganda. A intenção é que o público não perceba que se trata de uma ação premeditado da empresa.

Uma vez que assim? Fica fácil entender quando você pensa em uma das primeiras ações de marketing em games: a inserção de quiosques do McDonald’s no jogo The Sims.

Em vez de colocar um banner intrusivo, a empresa inseriu a marca no contexto do jogo, sem atrapalhar a experiência dos jogadores.

Marketing Pessoal

Marketing não serve exclusivamente para empresas e organizações, sabia? O noção pode ser aplicado também a pessoas, ou melhor, à sua marca pessoal.

É com uma estratégia de marketing pessoal que você desenvolve e reforça a imagem que quer transmitir ao mundo sobre você mesmo, conforme os seus valores, princípios, características e habilidades.

Assim, você é lembrado mais facilmente e se torna referência no que faz.

Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora de futebol do mundo, é um bom exemplo. Ela é a maior referência do futebol feminino no Brasil não exclusivamente pela sua qualidade técnica, mas também pela postura de simplicidade, que exibe no dia a dia na sua conta do Instagram.

Instagram Marta

Endomarketing

O marketing deve mirar em todos os públicos que se relacionam com a empresa, não exclusivamente os seus clientes. Por isso, existe um tipo de marketing que olha para dentro do negócio: o endomarketing.

As estratégias que ele abrange focam em engajar os colaboradores de uma empresa e gerar valor para eles, ao fabricar um envolvente de trabalho mais aprazível e motivador.

A Tetra Pak tem um bom exemplo de endomarketing.

Todo ano, a empresa promove o Prêmio de Primazia, que premia as ideias de melhorias em processos e motiva os colaboradores a se engajarem em soluções inovadoras. Eles podem ser indicados pelos colegas em quatro categorias: cliente, inovação, operação e liderança.

Marketing de Relacionamento

Vivemos uma estação em que os consumidores têm uma infinidade de opções de marcas para escolher e cada vez menos tempo no seu dia a dia. É por isso que as empresas estão investindo no marketing de relacionamento.

A intenção é estreitar os laços com o público e se mostrar útil, não exclusivamente abordá-lo para vender um resultado.

Para isso, é preciso escoltar os consumidores na sua jornada de compra com conteúdos interessantes, que os ajudem a amadurecer sua decisão e se aproximar da marca.

A construtora Tecnisa, por exemplo, adota várias estratégias para despertar a crédito do seu público. A tomada de decisão para a compra de um imóvel é longa e complexa, portanto a empresa precisa se fazer presente antes, durante e depois da compra.

Por isso, os clientes recebem emails com fotos das obras, ganham presentes em cada momento da construção e são informados com transparência sobre o passo a passo do processo.

O resultado é o aumento nas vendas por indicação, até mesmo de clientes que ainda nem moram nos seus apartamentos.

Trade Marketing

O Trade Marketing tem porquê objetivo trabalhar uma estratégia focada nos produtos dos canais de venda, sobretudo à nível de distribuição, razão pela qual é muito presente nos ramos varejistas.

A partir dele, torna-se verosímil se reconhecer de que os produtos sejam conduzidos de forma correta aos pontos de venda para que fiquem à disposição do consumidor final.

Para que o Trade Marketing seja muito executado, é preciso que as pessoas envolvidas sejam excelentes negociadoras para conseguir as melhores condições tanto para produtores quanto distribuidores.

Marketing nas Redes Sociais

Facebook, Instagram, LinkedIn, Pinterest e outras redes sociais se tornaram canais essenciais para o marketing. No levantamento da pesquisa Social Media Trends 2019, 96,2% das empresas afirmaram estar presentes nas redes sociais.

Interatividade: esse é o grande trunfo dessas plataformas! O marketing nas redes sociais é capaz de humanizar uma marca e estreitar o relacionamento com o público.

Com o desenvolvimento das redes porquê plataformas de negócios, também é verosímil investir em posts patrocinados e potencializar os resultados da presença do dedo da empresa.

A Disney, por exemplo, criou uma campanha que mostra muito o poder das redes sociais. A empresa resolveu doar 5 dólares para uma instituição a cada foto que os seus seguidores publicassem vestindo as orelhas do Mickey com a hashtag #ShareYourEars.

Esse é um exemplo de uso da interatividade para fazer o muito e de alinhamento com os valores da marca – um exemplo também de marketing social, que vamos ver a seguir.

Marketing de Guerrilha

Cá está um tipo de marketing em que a originalidade ganha bastante espaço! Enfim, é preciso ser ousado e inovador para invocar a atenção do público e invadir seus aplausos. Por isso, o marketing de guerrilha é também um dos mais desafiadores.

Mas, quando bem-feito, ele tende a ter um impacto enorme com uma grande divulgação espontânea.

Bons cases nessa espaço não faltam. A UNICEF, por exemplo, teve uma teoria inusitada: vender chuva suja em uma máquina no meio de Novidade York.

Uma vez que assim?

A intenção era recrutar doações e invocar atenção para as doenças que podem ser causadas pelo consumo de chuva não tratada, o que ainda é generalidade em diversas partes do planeta.

Marketing Social

As estratégias de marketing social entram no contexto do Marketing 3.0, sobre o qual falamos. Se os consumidores exigem que as empresas assumam suas responsabilidades com o porvir do planeta, elas precisam se engajar em causas sociais e ambientais.

Assim, as ações devem gerar impacto positivo para a sociedade e, ao mesmo tempo, substanciar os valores da marca para gerar identificação com o público.

Mas é importante substanciar: não dá para permanecer só no oração ― é preciso assumir o compromisso de ponta a ponta na empresa.

Atualmente existem vários exemplos do que é marketing social. Um case bacana foi a ação We Accept, do Airbnb. A campanha foi lançada em meio à polêmica do veto a imigrantes pelo governo norte-americano, em 2017.

Na contramão da decisão, a empresa marcou sua posição de inclusão dos refugiados e de celebração da inconstância.

Marketing de Resultado

O marketing de resultado é um tipo de marketing focado na geração de demanda para determinado resultado.

A intenção é indagar o mercado e os concorrentes e definir as estratégias de marketing ― diferencial competitivo, preço, posicionamento, público-alvo, publicidade etc. ― em alinhamento com os objetivos estratégicos do negócio porquê um todo.

A Nissin, líder no segmento de macarrão momentâneo, é um exemplo.

Para o Cup Noodles, ela criou estratégias focadas em adolescentes (diferentemente dos seus outros produtos), porquê o lançamento de novos sabores, ações no ponto de venda, além de um site e páginas no Facebook e no Instagram exclusivas para o resultado.

Instagram Cup Noodles

Marketing Multinível

O marketing multinível é fundamentado na geração de uma rede de revendedores, que representa a força de vendas da empresa.

Esses revendedores são incentivados não exclusivamente a vender os produtos (lucro direto), mas também recrutar novos revendedores para ampliar os seus ganhos (lucro indireto), já que vão receber sobre as vendas que eles realizarem.

A Mary Kay é um exemplo clássico de empresa que trabalha com base no marketing multinível. Os esforços da empresa são focados no engajamento das revendedoras.

Ambientes de marketing

Ambientes de Marketing


Quem começa a trabalhar com marketing já quer logo pensar porquê vai ser o pregão do resultado ou a ambientação da loja, não é?

Mas, antes dessas definições, as empresas devem fazer uma estudo dos ambientes de marketing.

É disso que estamos falando quando dizemos que uma empresa é “voltada para o mercado”, sabia? A estudo do mercado permite fabricar estratégias mais eficientes, já que identifica os fatores internos e externos que podem influenciar o desempenho da empresa.

O contexto envolve dois tipos de ambientes: o microambiente e o macroambiente. Vamos ver o que são eles?

Microambiente

O microambiente envolve a empresa e o setor em que ela está inserida.

A estudo deve principiar com a própria empresa, ao observar suas potencialidades e fraquezas, porquê a localização, o mix de produtos, a equipe, a credibilidade da marca, entre outros. É importante perceber que esses fatores estão sob controle do negócio.

Depois, a estudo deve mirar no setor, que influencia o desempenho da empresa. A estudo setorial envolve os concorrentes, os fornecedores, os compradores, os entrantes potenciais e os possíveis substitutos.

As relações dessa cárcere ― porquê o nível de rivalidade entre concorrentes e o poder de barganha dos fornecedores, que compõem as 5 forças de Porter ― determinam a posição da empresa dentro do seu mercado.

Macroambiente

No macroambiente, estamos falando de forças que influenciam a empresa, mas estão mais distantes. Elas podem ser agrupadas em seis grandes ambientes:

  • econômico;
  • político-legal;
  • tecnológico;
  • demográfico;
  • sociocultural;
  • originário.

As tendências relacionadas a esses ambientes podem impactar fortemente um negócio.

A Uber, por exemplo, envolve-se diretamente com as questões legais das regiões onde opera, pois, em muitos locais, a legislação proíbe o serviço que ela oferece.

Outro exemplo é a adaptação das Barbies para atender às mudanças socioculturais. As bonecas, que antes seguiam exclusivamente um padrão de venustidade, passaram a abranger negras, gordas, ruivas e pessoas com deficiência.

Perceba que cá os fatores não são controláveis pela empresa. Portanto, cabe a ela monitorar o cenário extrínseco e conciliar as suas variáveis controláveis (internas) às transformações do contexto.

Barbies

Canais de Marketing

Canais de Marketing


Uma vez que você vai fazer o seu resultado chegar até o consumidor final? Acredite: existem muitas opções além da venda direta para ele.

Esse caminho é percorrido por meio dos canais de marketing, que são responsáveis pela transmissão do resultado até o seu sorte final. Eles fazem secção do P de Terreiro no mix de marketing, que apresentamos antes.

A intenção é que essa jornada seja percorrida da forma mais rápida e eficiente verosímil, para que o cliente tenha chegada à compra no sítio e no prazo esperados.

Os canais de marketing podem ser divididos de convenção com o número de níveis (intermediários) pelos quais o resultado passa:

  • No nível 0, a venda acontece diretamente do obreiro para o consumidor;
  • No nível 1, o resultado sai do obreiro e passa pelo varejista (1) até chegar ao consumidor;
  • No nível 2, o resultado sai do obreiro e passa pelo atacadista (1) e pelo varejista (2) até chegar ao consumidor;
  • No nível 3, o resultado sai do obreiro e passa pelo vendedor (1), pelo atacadista (2) e pelo varejista (3) até chegar ao consumidor.

Pense, por exemplo, nas vendas da Dell: elas operam no nível 0 quando o consumidor compra direto do site da empresa ou pelo televendas. Já uma dependência de viagens pode ser entendida porquê a varejista do nível 1, já que vende pacotes turísticos de operadoras (obreiro) para o cliente final.

Perceba também que, quanto mais níveis tiverem os canais de marketing, maior é a capilaridade da sua distribuição. Por outro lado, aumentam as relações de barganha (que podem impactar no preço final do resultado) e o distanciamento do obreiro com o consumidor final.

Uma vez que fabricar um bom projecto de marketing

Plano de Marketing


Enfim, agora que você já sabe porquê indagar o mercado, já conhece os principais conceitos e os tipos de marketing que existem, já está a término de elaborar as suas estratégias de marketing?

Logo, vamos ver porquê fazer o seu projecto de marketing da melhor maneira. Esse planejamento pode mirar na marca ou em um resultado específico da empresa.

Com esse projecto, a empresa terá uma instrumento concreta para guiar a emprego das suas estratégias e se manter competitiva. Ou seja, o papel do projecto é guiar a empresa das estratégias à ação!

Mas entenda que o projecto de marketing é a documentação do planejamento. Portanto, as análises do microambiente e do macroambiente, além da definição dos segmentos-alvo e do posicionamento da marca devem vir antes da elaboração do projecto.

Depois, o projecto vai mostrar porquê a sua empresa vai atuar diante do cenário e conforme as suas definições estratégicas.

Agora, portanto, veja os principais pontos que devem eclodir no projecto, mas que podem variar de convenção com as necessidades de cada negócio.

Definições do planejamento estratégico

O projecto de marketing deve principiar com as definições do planejamento estratégico da empresa. Isso engloba a missão, a visão e os valores da marca, além dos objetivos e metas da empresa.

Descrição da estudo do envolvente de marketing

Sabe aquela estudo do envolvente que falamos anteriormente? É hora de documentar as principais informações e insights que você extraiu das observações.

O projecto deve indicar as principais ameaças e oportunidades do envolvente extrínseco e as forças e fraquezas do envolvente interno. Você pode usar o framework da estudo SWOT para isso.

Definições de segmentação

O projecto de marketing também deve indicar com quais públicos-alvo a empresa vai trabalhar, a partir da segmentação do mercado, e qual posicionamento vai adotar para cada um deles. Nesse momento, também pode ser interessante fabricar a persona com quem as suas estratégias vão se remeter.

Definições do mix de marketing para cada segmento

Depois, é hora de definir as estratégias dos 4 Ps do marketing: Preço, Terreiro, Promoção e Resultado. Isso deve ser feito para cada segmento e de convenção com o posicionamento da marca para cada um.

Cronograma de realização

O cronograma de realização é necessário para tirar o projecto de marketing do papel. Nessa secção, você deve definir um calendário, com datas e prazos, além dos responsáveis por cada atividade e os recursos que elas vão requisitar.

Indicadores de desempenho

A definição de indicadores de desempenho é um dos pontos primordiais do projecto de marketing. É com eles que você vai verificar se as suas estratégias alcançaram os resultados desejados, em alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa.

Ferramentas de marketing


O profissional de marketing precisa trabalhar com boas ferramentas. Elas são essenciais para otimizar o trabalho, trazer mais eficiência, reduzir as falhas e gerar mais perceptibilidade para o setor de marketing.

Agora que estamos na era do dedo, o chegada a boas ferramentas ficou mais fácil, já que é verosímil contratar esses serviços na nuvem, o que garante mais segurança e acessibilidade aos dados.

Vamos mostrar agora quais são as plataformas, gratuitas ou pagas, que são indispensáveis para o seu dia a dia.

CRM

Narrar com um bom sistema de Customer Relationship Management pode melhorar muito o relacionamento com os seus clientes, em todos os pontos de contato da jornada de compra. O RD Station CRM e o Pipedrive são bons exemplos de ferramentas para isso.

Leia mais:  o que é, modalidades e benefícios

Automação de marketing

Uma instrumento de automação de marketing permite que você defina ações automatizadas para todo o funil de vendas, porquê o disparo de emails e a publicação de conteúdos. Isso é necessário para aumentar a produtividade da equipe no dia a dia e escalar as suas vendas. O RD Station e a Hubspot pode ajudar bastante nisso.

Estudo de dados

Não se pode mais imaginar o marketing sem a estudo de dados. Eles são essenciais para a tomada de decisões e a redução de riscos, além de apontarem as oportunidades de melhoria de desempenho das estratégias.

O Google Analytics é a instrumento mais completa e conhecida, mas o Hotjar também pode ajudar com os seus mapas de calor.

Email marketing

Email marketing é um ducto de notícia necessário para o relacionamento com o público e para a nutrição de leads. Trabalhe com ferramentas que automatizem os envios e permitam segmentar os envios, personalizar as mensagens e fabricar layouts eficientes.

O MailChimp é uma instrumento com vários recursos que é bastante atingível.

SEO

Quer depreender as primeiras posições do Google? Logo, você vai precisar do suporte de ferramentas que analisem palavras-chave, backlinks e posições nos buscadores, porquê o SEMrush.

O Google também oferece uma instrumento gratuita que ajuda na estudo do seu próprio site, o Google Search Console.

Mídia paga

O P de Promoção também deve abranger estratégias de mídia paga na web. As principais plataformas de anúncios ― Google Ads e Facebook Ads ― oferecem um basta nível de segmentação do público e de mensuração dos resultados.

Gestão de redes sociais

Gerenciar todos os perfis da sua marca nas redes sociais pode ser bastante trabalhoso. Porém, uma instrumento de gestão de redes sociais facilita esse trabalho, por concentrar a publicação e o monitoramento em um só lugar.

A mLabs, por exemplo, funciona muito para isso.

Estudo da concorrência

Qual empresa não gosta de dar uma espiadinha no que está acontecendo nos concorrentes? Existem várias ferramentas de estudo da concorrência na web. O SEMrush, por exemplo, ajuda a entender as estratégias usadas pela concorrência.

Profissional de marketing

Profissionais de Marketing


Enfim, o profissional de marketing é um marketeiro? Em universal, não usamos essa frase porque ela tem um tom pejorativo, porquê se nomeasse alguém que quer vender a qualquer dispêndio.

Por isso, esse profissional pode ser chamado, simplesmente, de profissional de marketing!

Em muitas empresas, ele pode trabalhar sozinha na espaço ― trata-se da famigerada “eu-quipe” de marketing, em que o profissional de marketing se torna um generalista. Ele atende todas as demandas, desde a geração de posts para as redes sociais até o planejamento estratégico da empresa.

Nesse caso, as empresas procuram por analistas de marketing. O levantamento da Content Trends 2018 mostrou que esse é o principal incumbência dos profissionais de marketing na maioria das empresas entrevistadas (45,6%).

Se você pretende ser esse profissional, é preciso ter um perfil versátil para fazer de tudo um pouco.

Mormente em pequenas empresas, você terá que aprender rápido e ter muita proatividade para botar a mão na volume por conta própria, sem esperar por uma mentoria ― por fim, o possuidor do negócio tem muitas outras coisas para pensar.

Outrossim, o profissional de marketing precisa ter um perfil analítico, orientado pelas métricas e focado em resultados, pois isso sempre fará secção do seu dia a dia, mesmo se buscar especialização em alguma espaço.

Porém, a maior secção das empresas (36,4%) apresenta de 2 a 5 funcionários dentro do time de marketing, número que geralmente aumenta à medida que a estrutura se torna mais robusta. Nesse caso, os times se desmembram em outras funções, que os profissionais de marketing também podem ocupar:

  • crítico de redes sociais;
  • crítico de teor;
  • crítico de SEO;
  • crítico de mídias pagas;
  • designer;
  • gerente ou coordenador de marketing;
  • diretor de marketing (CMO);
  • entre outros cargos.

Nesses casos em que o time abrange vários profissionais, o gestor procura especialistas em suas áreas. Portanto, se você quer seguir curso em marketing em empresas maiores, é interessante buscar especializações nas áreas em que você mais se interessa.

Mas se você é o gestor que está buscando informações para montar um time de marketing, é importante entender os estágios de um time de marketing para montar a equipe adequada ao seu negócio. Para aumentar a maturidade da sua equipe, também é necessário investir em treinamentos.

Eles garantem a qualificação uniforme dos funcionários, não só para melhorarem a atuação em seus cargos, mas também para poderem assumir novos cargos na jerarquia (inclusive de direção), que vai aumentando à medida que a equipe cresce.

Aprenda mais sobre marketing

Aprenda mais sobre marketing


O marketing não para. A todo momento, surge uma novidade metodologia, uma novidade instrumento, um novo ducto para se remeter com o público.

E os profissionais de marketing, porquê ficam? De olho em novos conteúdos para se manterem atualizados e informados!

Por isso, queremos indicar cá alguns cursos, conteúdos e materiais que vão ajudar você a se aprofundar em vários temas do marketing. Eles vão ajudar você a entender melhor os conceitos e impor no seu dia a dia.

Confira agora as nossas dicas.

Cursos de marketing

Existem vários cursos de marketing, pagos ou gratuitos, presenciais ou a intervalo, iniciantes ou avançados. Veja agora os cursos que a gente mais indica.

Rock University

Os cursos da Rock University vão ajudar você a entender tudo sobre Marketing Do dedo. Comece com uma formação gratuita, porquê a Certificação de Inbound Marketing, e depois faça uma Certificação Premium, porquê o Curso de SEO.

Você também pode comprar um pacote com todos os cursos e se tornar um profissional completo!

Graduação em Marketing

Para se tornar um profissional graduado em marketing, é preciso cursar um bacharelado na espaço. Diversas instituições, públicas ou privadas, oferecem cursos de Marketing ou de Gestão com ênfase em Marketing.

No Ranking Universitário da Folha, a Universidade Federalista de Minas Gerais ocupa o primeiro lugar entre os cursos de Propaganda e Marketing. O SENAC oferece uma formação de nível superior de Tecnologia em Marketing EAD ― boa opção para quem se formar a intervalo.

Pós-Graduação

A Pós-Graduação é a chance de se singularizar ou, se você não é formado na espaço, de entrar para o marketing.

A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Prazenteiro, é uma das mais reconhecidas do Brasil e oferece cursos de MBA, Especialização, Mestrado e Doutorado em diferentes vertentes do marketing.

Google

No Google Ateliê Do dedo, você aprende com o gigante da internet tudo sobre o Marketing Do dedo. Estude, por exemplo, sobre os fundamentos do Marketing Do dedo e entenda os conceitos básicos do aprendizagem de máquina, entre muitos outros temas.

SEBRAE

Se você tem um pé no empreendedorismo, vale a pena também conferir os cursos que o EAD SEBRAE oferece gratuitamente.

Filmes

Quer juntar marketing e entretenimento? Trouxemos também algumas dicas de filmes para aprender sobre marketing de uma maneira mais ligeiro e inspiradora. Confira!

1. Obrigado por Fumar (2005)

Obrigado por Fumar narra o contexto de uma das indústrias mais perversas do mundo e as suas estratégias persuasivas para influenciar os hábitos da sociedade a ser obséquio.

2. O Varão que Mudou o Jogo (2011)

Brad Pitt interpreta o treinador de um time de baseball em decadência. Ele vira o jogo quando, contrariando expectativas, contrata um profissional de estatística.

Uma bela sacada para impor também no marketing do seu negócio, não é?

3. Lazeira de Poder (2016)

Conta a origem de uma das maiores marcas do mundo: o McDonald’s. Observe as estratégias de persuasão do protagonista, ampliação de mercado, distribuição e a preocupação com a marca.

4. Chef (2014)

Com uma linguagem ligeiro e divertida, conta a história de um chef de cozinha que largou um restaurante renomado para transfixar o seu food truck, com todos os desafios de atrair clientes para esse novo negócio.

5. Joy (2015)

Jennifer Lawrance interpreta a empreendedora Joy Mangano, que ficou conhecida por inventar o esfregão Miracle Pop e enfrentar todos os desafios para torná-lo um sucesso de vendas.

6. O Poderoso Chefão

A trilogia clássica é uma lição de estratégias de negociação, com as táticas infalíveis de Don Vito Corleone. Saber negociar com clientes, parceiros, fornecedores e colaboradores é uma das habilidades importantes para o profissional de marketing, sabia?

7. Paixão por Contrato (2009)

Apesar do título em português indicar que se trata de um filme romântico,”The Joneses”, porquê foi chamado originalmente, apresenta a lógica do marketing por influência de uma forma um pouco mais burocrática e a nível pessoal.

Ao longo da narrativa somos apresentados a uma família falsa, na qual cada um de seus componentes são pagos para propalar produtos em seus meios de convívio.

8. A Rede Social (2010)

A Rede Social conta sobre o início do Facebook. É imperdível para quem quer entender porquê a rede surgiu e se tornou uma gigante da internet.

Livros

Uma boa leitura é capaz de mudar a forma porquê você vê as coisas, não é? Por isso, temos também algumas dicas de livros essenciais para os profissionais de marketing.

1. Gestão de Marketing (Philip Kotler)

É a bíblia do marketing, portanto esse livro deve estar na sua livraria. Lançado em 1967, esse livro é um clássico de Philip Kotler, que traz uma visão inovadora sobre o marketing que perdura até hoje: o foco nos consumidores.

2. Marketing 3.0 (Philip Kotler)

Nesse livro, Kotler aborda as mudanças que a internet trouxe para a sociedade e para os comportamentos do consumidor e porquê o marketing deve se conciliar a isso. É outra leitura obrigatória para quem quer entender o cenário atual.

3. A Vaca Roxa (Seth Godin)

Seth Godin é um profissional renomado do marketing nos Estados Unidos e um dos autores mais criativos da espaço. Neste livro, ele mostra porquê fabricar negócios notáveis em mercados competitivos.

4. As 22 Leis Imutáveis do Marketing (Al Ries e Jack Trout)

Com irreverência e originalidade, Al Ries e Jack Trout mostram as leis que as empresas precisam seguir para ter sucesso no marketing. O livro traz diversos cases para mostrar o que dá visível e o que não dá.

5. A Estratégia do Oceano Azul (W. Chan Kim & Renée Mauborgne)

Neste livro, os autores convidam os leitores a repensarem as suas estratégias de marketing ao fabricar nichos de mercado (o oceano azul) e tornar a concorrência irrelevante.

6. A Rabo Longa (Chris Anderson)

Chris Anderson apresenta a estratégia da rabo longa, um noção que você vai ouvir falar muito no Marketing Do dedo. A rabo longa se refere às estratégias de nicho, que tendem a ter menos concorrência, menos custos e mais fidelidade do público em relação à massificação.

7. Contágio: Por que as coisas pegam (Jonah Berger)

Se você já se perguntou por que alguns conteúdos viralizam e outro não, Jonah Berger pode ajudar a encontrar a resposta. O responsável desvenda a ciência do “contágio” online, que espalha informações exponencialmente e influencia as decisões das pessoas.

8. Acredite, eu estou mentindo (Ryan Holiday)

Em tempo de fake news a obra de Ryan Holiday se mostra extremamente relevante para o mercado. No livro ele revela o lado obscuro da mídia e porquê ele fazia para manipular a prelo. Uma vez que o jornalismo atual está mais preocupado com linkes e visualizações, muitas notícias sem credibilidade acabam tomando proporções inimagináveis.

Blogs

Somos suspeitos para falar, mas os blogs são fontes riquíssimas de informação e dados sobre o marketing. Veja agora alguns links bacanas para você escoltar.

1. Blog Rock Content

Somos o blog mais completo sobre Marketing de Teor da web. Abordamos cá todos os temas do marketing, com foco em Marketing Do dedo, teor e SEO.

2. Think With Google

Esse é o blog de perceptibilidade do Google, que traz diversos estudos e análises sobre marketing e comportamento do consumidor.

3. Mundo do Marketing

Um dos sites mais renomados da espaço. Você pode ler as últimas notícias do mercado, artigos de especialistas e, no chegada Premium, conferir dados e pesquisas.

4. Resultados Digitais

O blog da Resultados Digitais traz artigos super completos e embasados sobre Marketing Do dedo e Inbound Marketing. É uma referência na espaço.

5. B9

Esse é um dos blogs mais antigos sobre publicidade e marketing da web. Ideal para se informar sobre as últimas campanhas e tendências e buscar inspirações.

6. Mashable

O Mashable é ideal para se manter atualizado sobre as campanhas e tendências do mercado internacional ― que, geralmente está primeiro do Brasil.

7. HubSpot

A HubSpot é uma referência em Inbound Marketing, e o seu blog fala tudo o que você precisa saber sobre essa espaço do marketing.

8. Seth’s Blog

Quer saber tudo o que Seth Godin pensa? Acompanhe o blog de um dos autores e profissionais de marketing mais renomados do mercado.

9. Occam’s Razor

Esse é o blog de Avinash Kaushik, uma das principais referências em web analytics. Importante escoltar para saber porquê mourejar melhor com os dados da sua empresa.

10. Marketo

O blog da Marketo é um prato referto para quem quer aprender sobre Marketing Do dedo, mídias sociais, automação, Marketing de Teor e email marketing.

Ebooks da Rock Content

Cá na Rock Content também temos uma livraria completa para você aprender tudo sobre marketing e Marketing Do dedo. Conheça a seguir nossos principais e-books ― todos eles gratuitos!

1. Marketing de Teor: Primeiros Passos

Comece com o pé recta na produção de conteúdos! Você vai aprender os principais conceitos do Marketing de Teor e porquê produzir conteúdos valiosos para atrair e engajar clientes.

2. Marketing Do dedo: Primeiros Passos

Cá trazemos um kit com quatro materiais para dar os primeiros passos no Marketing Do dedo: um guia para geração de personas, um infográfico sobre a jornada do cliente, um calendário de marketing e um e-book com as principais estratégias de marketing online.

3. SEO 2.0: O Guia Completo

Search Engine Optimization é uma das principais estratégias para ter sucesso no Marketing Do dedo. Baixe o nosso e-book para saber porquê chegar ao topo do Google!

4. Mídia de Performance

Mídias de performance se referem aos anúncios pagos do Marketing Do dedo, que são essenciais para o seu bom desempenho na internet. Saiba tudo sobre mídia de performance nesse e-book!

5. Indicadores de Marketing e OKRs

O sucesso do marketing na era do dedo tem tudo a ver com mensuração de dados e otimização de desempenho. Leia esse e-book para saber mais sobre os indicadores de marketing.

Enfim, aí está tudo o que você precisa saber sobre marketing!

Mas é simples que uma espaço de conhecimento tão ampla não pode ser resumida em um item de blog. Tentamos passar cá por todos os assuntos importantes do marketing, mas agora você pode se aprofundar mais.

Vale a pena conferir os nossos artigos completos sobre cada tema, que estão linkados ao longo do item, e estudar um pouco mais nos cursos, livros, filmes e e-books que indicamos supra.

Agora, que tal saber mais sobre Marketing de Teor? Baixe agora nossa Enciclopédia do Marketing de Teor para principiar com sucesso nessa espaço!

you are watchingt: O Que É, Objetivos e Estratégias [2021]
Source Website: https://sacaairports.org
Categoría: o que

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